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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

IMAGEM DA INTERNET
Você já tentou, e tentou e tentou e chegou ao ponto de pergunta “De onde me virá o socorro?”.
Quantas vezes nos encontramos em situações aparentemente sem solução, onde nossas tentativas são vãs e ficamos físico e emocionalmente esgotados.
Quantas vezes nos movemos de um lado para o outro na incessante busca por alternativas, quando finalmente desistimos e perguntamos “E agora?”.
Saiba que a Bíblia diz no Salmo 121:2 que “O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra”.
O nosso socorro provém dAquele que se preocupou com cada detalhe da formação e criação do lugar onde vivemos. Se Deus cuida das aves, das flores…quanto mais de vocês cuidará.
Erga os olhos para os montes e confie, o seu socorro virá do SENHOR!

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

19-paisagem-b
“Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações” (Atos 2:42).
Quando Pedro pregou o evangelho às multidões, elas queriam saber o que deveriam fazer. Depois de se arrepender e ser batizadas, aquelas pessoas se dedicaram à aprendizagem, à confraternização, à comunhão e à oração. O que importava para os novos cristãos é igualmente importante para os de hoje. Os quatro temas mencionados constituem fatores essenciais para o amadurecimento dos cristãos e a constante proximidade de Deus. Estudar a Bíblia, passar tempo com outros cristãos e participar da comunhão são ações frequentes na igreja, mas podem ocorrer em qualquer lugar. Precisamos separar tempo para a oração, que muitas vezes fica relegada a segundo plano.

Como então podemos nos dedicar à oração como aqueles primeiros cristãos? Eles certamente não desistiram do emprego nem das responsabilidades familiares para orar em tempo integral.

Continuaram com sua vida em Cristo, mas ela ganhou novo foco – dedicaram-se à comunicação com Deus! Sabiam que Deus escutava quando oravam pelas próprias necessidades ou de outros.

Desde que nos levantamos pela manhã até que nos deitamos à noite, temos sempre uma linha direta e aberta com Deus. A qualquer hora que desejarmos poderemos conversar com Deus, e Ele nos ouvirá e responderá.

Onde quer que estejamos, em qualquer momento do dia ou da noite, quaisquer que sejam as necessidades que Deus nos coloque na mente, podemos orar cientes de que Ele ouvirá e responderá. Isso é dedicar-se à oração. É assim que tornamos prioridade o diálogo com Deus.

Ore comigo agora:
Querido Deus, ajuda-me a ser diligente no estudo da Tua Palavra. Capacita-me a manter uma linha direta contigo, orando de maneira constante e dedicada. Em nome de Jesus, amém!


-> Texto: Stormie Omartian
-> Fonte: novotempo.com/amiltonmenezes
TEMPO DE REFLETIR 596 – 19 de agosto de 2015

terça-feira, 16 de dezembro de 2014


Mutirão de Natal venha participar desta oportunidade de demonstração de amor ao próximo.

As estatísticas mundiais, incluindo a América do Sul, indicam que diariamente milhares de pessoas ao nosso redor passam fome. Pessoas que não têm acesso à educação, a oportunidades de emprego e, devido à desigualdade de renda entre outros fatores sociais e ambientais, não têm os recursos para suprir suas necessidades básicas, incluindo o alimento. E, pessoas que aos olhos de Deus são nossos irmãos.
Nossa vontade é mudar essa situação, é abrir o coração e compartilhar nossas bênçãos com aqueles que sofrem. Para tanto, contamos com você, com o seu envolvimento sendo um doador, um divulgador e um agente de transformação através do projeto Mutirão de Natal.
Envolva-se sendo um doador, um divulgador e/ou um voluntario. Seja um agente de transformação através deste projeto e saiba mais informações na Igreja Adventista do Sétimo Dia mais próxima da sua casa. 
Saiba onde encontrar a Igreja Adventista do Sétimo Dia mais próxima de você através do site:
encontreumaigreja.com.br ou clicando na imagem (Encontre uma Igreja) na barra lateral do nosso site!

Vídeo e Imagens da Internet

sexta-feira, 28 de novembro de 2014



“Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo” (Filipenses 3:7).

Ninguém pode tirar de você o que já lhe foi dado. Paulo decidiu dar tudo o que possuía para Cristo. Nada era mais compensador para ele do que Cristo. Nada tinha mais valor do que o amor de Cristo. Nada era mais precioso do que Sua graça. Em comparação à sua relação com Cristo, tudo o mais empalidecia e tornava-se insignificante. Quando o apóstolo exclama: “mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo”, a palavra “perda” na linguagem original significa “esterco”, “dejeto” ou “lixo.” Cristo é tão precioso que, comparados a Ele, os tesouros do mundo são lixo.
No dia 8 de dezembro de 1934, alguns malfeitores chineses assassinaram dois missionários presbiterianos, John e Betty Stam. Os ladrões queimaram e derrubaram a casa deles. Poucos dias depois da tragédia, uns amigos cristãos encontraram a Bíblia de Betty entre as ruínas calcinadas. Em uma das páginas iniciais ela havia escrito: “Senhor, abandono meus planos e propósitos, todos os meus desejos, esperanças e ambições, e aceito a Tua vontade para a minha vida. A Ti entrego minha vida e todo o meu ser para sempre. ‘Para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro: Filipenses 1:21″.
Cristo preenche o coração vazio e enriquece a alma empobrecida. Ele substitui a escória deste mundo com os encantos imensuráveis, sem preço, do Seu amor. Ellen White declara de forma sucinta: “Tudo o que é ofensivo a Deus tem de ser renunciado” — Caminho a Cristo, pág. 39. Na vida cristã, a pergunta básica é: Quem possui o seu coração?
Os ensinamentos de Jesus contêm alguns paradoxos maravilhosos. Um desses paradoxos é simplesmente este: Ao dar tudo, recebemos tudo. Hoje mesmo, Cristo nos oferece tudo dEle. Sua graça, Seu perdão, Seu poder, Sua coragem, Seu conforto, Sua esperança, Sua promessa de eternidade, a comunhão da Sua presença agora e para sempre. Em vista de tudo que Ele nos dá, tudo o que deixamos de lado é apenas lixo. Lixo! Que troca!
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-> Autoria: Mark Finley
-> Fonte: 

“Por que você está assim tão triste, ó minha alma?” (Salmo 42:5).
O salmista enfrentava um momento de ansiedade e depressão e percebeu que estava sem recursos para enfrentar o que havia pela frente. Ele se perguntava: Por que estou querendo desistir? Por que toda essa inquietação? E respondeu confiantemente: “Ponha a sua esperança em Deus! Pois ainda O louvarei” (Sl 42:5).
Você já parou no meio da correria do dia a dia e se perguntou: “O que é mesmo que está me preocupando?”
Há alguma coisa neste exato momento inquietando seu coração? Está aguardando ansioso o resultado de algum exame médico? Sua noiva foi rude com você? Seu marido está com um comportamento diferente? A filha já devia ter dado notícias e você não sabe onde ela está? Quanta coisa! Às vezes, é um telefonema que nos traz inquietação ou é a percepção de que alguma coisa importante foi esquecida. Ou até a frase de um amigo que, no meio da conversa, pergunta: “Mas é isso mesmo que você quer?”
Uma dessas situações ou o conjunto delas dispara dentro de nós um sentimento de ansiedade e temor que pode atrapalhar o dia. A imaginação vai a “mil por hora”. Ficamos como aquela imagem inoportuna aparecendo na tela do computador e clicamos uma e outra vez para que ela desapareça porque está tirando nossa concentração. É uma espécie de pisca-pisca em nosso cérebro, em estado de alerta, sinalizando uma situação preocupante; mas não sabemos muito bem por que estamos nos sentindo assim.
Nesse momento, o mais lógico é identificar o que nos preocupa. Não fazer de conta que tudo está bem quando, em realidade, não está. Também não devemos ignorar o que estamos sentindo.
Em segundo lugar, precisamos tomar providências para resolver a situação. Isso pode significar um telefonema, uma visita, ir a determinado lugar, gastar um tempo extra fora da agenda daquele dia e/ou conversar com alguém para que o problema seja resolvido.
A esperança não está em nós mesmos, mas em Deus. Devemos ir a Ele e permitir que Ele interprete nossos anseios. Quem sabe a situação não seja tão grave assim. Temos que pedir, finalmente, que Ele nos supra de força para enfrentar a situação.
Como é bom começar o dia sabendo que temos ao nosso lado alguém que sabe nos tirar do labirinto em que nos encontramos. Coloquemos nossa esperança no Senhor. Ele nos livrará.

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-> Autoria: José Maria Barbosa Silva

17-paisagem-b
“Uns confiam em carros, outros em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do Senhor, nosso Deus” (Salmo 20:7).
Na década de cinquenta, Hollywood endeusou um jovem ator que, com uma combinação extraordinária de talento e beleza, foi indicado ao Oscar, quatro vezes consecutivas. Seu nome: Marlon Brando. No mês em que escrevo esta meditação, Brando encerrou o último capítulo de sua vida numa situação deprimente.
Patologicamente obeso e psicologicamente desequilibrado, a famosa estrela de outros tempos morreu no apartamento de um só quarto, sujo e dilapidado, escondendo suas duas estatuetas do Oscar dos credores que corriam atrás de uma dívida de quase 20 milhões de dólares.
Sua vida familiar tinha sido um desastre. Em 1990, seu filho Christian matou o namorado da irmã Cheyene e enfrentou um julgamento marcado por insinuações de incesto. Cinco anos mais tarde, Cheyene cometeu suicídio.
Houve momentos em que o excêntrico ator teve todo o dinheiro que quis. Bebeu e comeu do bom e do melhor. Torrou a fortuna e só encontrou refúgio numa ilha que comprou no Taiti. A realidade é que nunca teve paz. O dinheiro, o poder, e a fama não foram capazes de preencher o vazio enlouquecedor de seu triste coração.
O salmista Davi expressa isso no texto de hoje. Tudo o que você tocar, ver e possuir são miragens enganosas. Embora muitas vezes o ser humano não queira aceitar, é basicamente espiritual. E só pode ser feliz quando construir sobre o Senhor Jesus, a fonte da verdadeira paz e realização. Pena que, para entender isso, a pessoa precisa chegar a um ponto em que não sabe mais para onde ir, nem o que fazer. Olha para todos os lados buscando uma saída e só encontra sombras que o deixam cada vez mais confuso. Desespera-se, chora e busca inutilmente uma razão para estar vivo. O pior de tudo é que ninguém conhece sua angústia, porque ela habita no recôndito da alma.

domingo, 12 de outubro de 2014

Rogério Chimello

Matemática se estuda fazendo cálculos. Português, com leitura e redação. Inglês, com listening espeaking. E a Bíblia? A Conexão 2.0 vai ensinar a você cinco passos para interpretar corretamente o Livro Sagrado.

Ore

Ninguém melhor para explicar um livro do que o seu autor. Antes de estudar uma passagem da Bíblia, peça a iluminação dAquele que a inspirou. Depois, ore agradecendo as bênçãos recebidas por meio do estudo e peça forças para praticar o que aprendeu.

Deixe a Bíblia interpretar a si mesma

Antes de buscar ajuda de fora – de algum livro ou professor – procure outros textos bíblicos que esclareçam o que você selecionou. Para isso, veja se sua Bíblia tem umas letrinhas sobrescritas no texto e referências no rodapé da página ou na coluna do meio. Se você procurar as passagens indicadas, descobrirá mais informação sobre o assunto. Bíblias de estudo, concordâncias e dicionários bíblicos são ferramentas que podem ajudar.

Analise o contexto

Há um ditado que diz que “um texto fora do contexto vira um pretexto”. Ao estudar as Escrituras, leve em consideração o capítulo e o livro em que se encontra o trecho que você escolheu, bem como os versos que estão antes dele e os que vêm depois. Com a ajuda de um comentário bíblico, procure entender quem escreveu e quando, onde, para quem e por que escreveu. Procure também descobrir o que acontecia na época em que o texto foi escrito.

Compare

A Bíblia é uma só, mas sua linguagem depende da tradução. Se você tiver dificuldade em compreender o vocabulário mais clássico de versões como a Almeida Revista e Corrigida e a Revista e Atualizada (SBB), opte por versões contemporâneas como a NVI (Bíblica Brasil) e a Almeida Século 21 (Vida Nova). Compare várias versões para ter uma compreensão mais ampla do texto.

Aplique

Não adianta nada conhecer a Bíblia de capa a capa e não viver o que ela ensina. Após o estudo, pergunte a si mesmo: Que lições posso extrair deste texto? Diante disso, o que devo fazer? Anote suas respostas nas margens da página ou em um caderno e releia periodicamente o que você escreveu. Isso ajudará você a não perder o foco. 
Fontes: George W. Reid (ed.), Compreendendo as Escrituras (Unaspress, 2007); Roy Zuck, A Interpretação Bíblica (Vida Nova, 1994); Wilson Paroschi (Faculdade Adventista de Teologia – Unasp), “Hermenêutica” (anotações de classe, 2009).

Artigo retirado do site: www.conexao20.com.br site oficial da revista Conexão 2.0

Confira os detalhes da crucifixão de Jesus Cristo e reflita no que Ele fez por você!
Thiago Lobo

Cravos: tinham de 13 a 18 centímetros de comprimento por 1 centímetro de diâmetro.
Moscas: provavelmente foram atraídas pelo cheiro de sangue.
Mãos: perfurações no antebraço, entre o rádio e o cúbito, ou nas palmas, entre os metacarpos.
Feridas: o chicote romano (flagrum) tinha pedaços de ossos ou de metal nas pontas de suas três tiras, o que chegava a arrancar pedaços de pele e ferir órgãos internos. Cristo sofreu duas séries de 39 chicotadas. Ou seja, contando-se as três tiras, Ele levou 234 açoites.
Sofrimento espiritual e emocional: maior do que as dores físicas de Cristo foi Sua agonia espiritual. Um com o Pai desde a eternidade, sofreu Seu completo afastamento. Jesus foi misteriosamente feito “maldição” (Gl 3:13) em nosso lugar, levando sobre Si os pecados de todos.
Roupas: provavelmente Jesus foi exposto completamente nu perante a multidão.
Pés: foram pregados juntos ou separados. Os cravos e o peso do corpo castigavam os sensíveis nervos plantares.
Via Dolorosa: calcula-se que o trajeto que Cristo carregou a parte horizontal da cruz, de cerca de 30 quilos, foi entre 900 e 1.500 metros, até o Calvário. Em parte desse trajeto, a cruz foi levada por Simão, cireneu.
Escuridão: ao meio-dia, surgiu uma escuridão inexplicável em volta da cruz. Nela, Deus escondeu a agonia final de Seu Filho.

Multidão: assim como os líderes religiosos, a multidão era uma massa de manobra das forças do mal. Todos zombavam de Cristo, mas, com a escuridão, o terremoto e as palavras de Cristo, foram tomados pelo medo.
Calvário: localizava-se possivelmente onde hoje é a Igreja do Santo Sepulcro ou no Jardim de Gordon; uma elevação de quase 5 metros, que lembra uma caveira. O Jardim de Gordon é o local mais provável, pois se encontra fora dos muros da Jerusalém antiga
Mãe: Cristo sofreu por Sua mãe, que acompanhava Sua crucificação, e a entregou aos cuidados do discípulo João.
Placa: geralmente continha o nome e a condenação dos crucificados.
Coroa: provavelmente feita do espinheiro de Jerusalém (Paliurus spina christi) ou do espinheiro-de-cristo sírio, foi fixada e batida repetidamente sobre a cabeça de Cristo, ferindo o nervo trigêmeo, causando uma dor que nem a morfina é capaz de amenizar.
Sede: Jesus também sofreu ardente sede, pois não havia bebido nada desde a noite anterior, carregou a cruz, perdeu muito sangue e sofreu intensa febre, devido às inflamações.
Corpo: sofreu cãibras, espasmos, desidratação, policontusões e exalação insuficiente com retenção de gás carbônico no sangue e nos pulmões (hipercapnia).
“Vinagre”: desde que chegou ao Calvário, durante a crucifixão e ao fim dela, os soldados ofereceram-Lhe vinagre, vinho azedo misturado com água e vinho com mirra, para aliviar Sua dor, mas Cristo recusou-Se a bebê-las, para manter-Se consciente e não fugir à Sua missão.
Lança: quando a morte na cruz precisava ser adiantada, dava-se um “golpe de misericórdia”, chamado crucifragium, quebrando-se a tíbia (osso da canela). Mas isso não foi preciso, pois Jesus morreu antes. Para assegurarem Sua morte, Ele foi ferido com uma lança.
Sangue e água: a lança provavelmente atingiu o pericárdio e a pleura pulmonar, a qual reteve água devido à incapacidade de Jesus expirar completamente. Supõe-se que foi por essa razão que jorrou sangue e água da ferida.
Vitória: ao gritar “está consumado” (em grego tetelestai, que pode significar “está pago”), Jesus não morreu como uma vítima frágil, mas como um herói. Cumpriu Sua missão, salvou a humanidade.
Morte: provavelmente por parada cardiorrespiratória. Além dos sofrimentos físicos, o coração de Cristo não suportou o peso dos pecados da humanidade.
Terremoto: às 15 horas, após Cristo gritar duas vezes e dar Seu último suspiro, ocorreu um terremoto tremor que fendeu rochas e abriu túmulos.
Tempo na cruz: os crucificados permaneciam vivos de 18 horas a alguns dias. Jesus ficou na cruz entre as 9 horas e as 15 horas. Seus graves ferimentos e o sofrimento espiritual foram determinantes para Sua morte rápida.

A cruz e a tumba que Ele deixou

Mais detalhes sobre a morte e vitória de Cristo

Getsêmani: o sofrimento de Cristo começou pelo menos dez horas antes da cruz quando começou a sentir o peso dos pecados humanos. Seu sofrimento psicológico foi tão grande que O fez suar gotas de sangue. Esse fenômeno raro na literatura médica é conhecido como hematidrose.
Cruz: a pena de morte por crucificação já era praticada desde o século 6 a.C. por persas e babilônios, até que foi proibida pelo imperador Constantino, em 337 d.C. Há quatro tipos conhecidos de cruz: decussata (em forma de X), quadrata (em forma de +), comissa (em forma de T) e imissa (em forma da cruz, como a conhecemos). Certamente, a cruz de Cristo foi do tipo comissa ou imissa, pois a própria palavra para crucificar no Novo Testamento é stauros, que significa colocar em um tau (nome da letra T em grego).. Se considerarmos a necessidade de se pregar uma placa, é possível que a cruz como a conhecemos possa ter sido a utilizada.
Partes da cruz: as cruzes romanas eram compostas de duas partes: stipes e patibulum. A stipes era o poste, que geralmente permanecia no local de suplício e tinha cerca de 5 metros de altura e 70 quilos. O patibulum era a parte horizontal, geralmente carregada pelo condenado até o local de execução. Tinha cerca de 2,5 metros e por volta de 30 quilos. Possivelmente, o encaixe entre as duas partes era feito no chão, onde o crucificado era pregado, para depois ser erguido e a cruz ser encaixada no buraco previamente feito.
Assento: algumas cruzes tinham uma sedicula, pedaço de madeira fixado à altura do quadril para apoiar o corpo, facilitar a respiração e aumentar o tempo de suplício.
Embalsamamento: o ritual judaico de sepultamento durava entre cinco e seis horas, pois envolvia lavar o cadáver, perfumá-lo com aromas frescos, embalsamá-lo e envolvê-lo em faixas. Para se evitar esse trabalho no sábado, o ritual foi adiado para a manhã de domingo.
Deus, anjos: Deus estava ao pé da cruz, junto a Cristo, na escuridão misteriosa, compartilhando de Seu sofrimento, acompanhado de anjos celestiais.. Todos, porém, não podiam confortá-Lo Cristo teria que levar sozinho o peso dos nossos pecados.
Satanás, demônios: estavam presentes e ativos entre a multidão. O inimigo torturava a Jesus, tentando levá-Lo ao desespero e a desistir de Sua missão. Paradoxalmente, contra seus próprios interesses, o inimigo não conseguia resistir ao prazer sádico de matar o Filho de Deus.
O templo e as profecias: os sacrifícios realizados no Templo apontavam para Cristo, o “Cordeiro de Deus” (Is 53:5, 6, 10). O início da crucifixão foi exatamente no horário do sacrifício da manhã e o fim dela, no horário do sacrifício da tarde. Com a morte de Cristo, o antigo sistema sacrifical perdeu a validade, e o véu do Templo foi rasgado de cima a baixo (Mt 27:51). De acordo com a profecia das 70 semanas de Daniel (Dn 9:24-27), Cristo morreu no ano 31 d.C. Ou seja, a morte de Cristo teve data e hora marcadas.
Caifás: na casa desse sumo sacerdote, Jesus foi julgado. Em 1990, foi achado um ossuário, contendo a inscrição em hebraico: “José, filho de Caifás”.
Pilatos: arqueólogos italianos que escavavam um teatro romano em Jerusalém encontraram uma pedra com a inscrição latina: “Pôncio Pilatos, prefeito da Judeia”.
Julgamento: o julgamento de Cristo ocorreu durante a madrugada e à véspera de um sábado e de uma grande festa religiosa – três infrações do registro escrito das tradições judaicas, a Mishná, de acordo com o Sanhedrin4,1.
Pretório: casa do governador romano da Judeia. Em seu pátio, Jesus foi julgado, castigado e condenado. Em 1930, escavações identificaram plataformas maciças do pátio da fortaleza Antônia. Nessas plataformas, estavam gravados alguns desenhos de jogos que soldados romanos faziam para passar tempo. As descrições desse pavimento (lithóstotos) são muito semelhantes ao que se relata em João 19:13.
Ressurreição: o anjo do mais alto posto celestial, revestido de luz, foi comissionado a chamá-Lo e rolou a pedra do sepulcro. Os guardas caíram ao chão. Posteriormente, os discípulos O viram, tocaram nEle, compartilharam uma refeição e conversaram com Ele.
Ressurreições: quando Jesus ressurgiu, outras pessoas ressuscitaram das sepulturas abertas no terremoto que ocorreu no momento de Sua morte (Mt 27:51-53).
A verdade: os discípulos mantiveram a versão de que Jesus ressuscitou, mesmo em face da morte e sem ganhar qualquer vantagem. Se isso não fosse verdade, pelo menos um deles negaria o fato.
Profecias: as circunstâncias ligadas à morte de Cristo foram preditas séculos antes, no Antigo Testamento. Confira algumas: julgamento fraudulento (Is 53:8Mt 26:59); abandono dos discípulos (Zc 13:7Mc 14:27); sofrimento em silêncio (Is 53:7Mt 27:12-14); morte substitutiva (Is 53:51Jo 2:2); mãos e pés traspassados (Sl 22:16Jo 20:25-27); intercessão pelos transgressores (Is 53:12Lc 23:34); morte junto a malfeitores (Is 53:12;Lc 23:34); zombaria (Sl 22:7, 8Mt 27:41-43); roupas sorteadas (Sl 22:18Jo 19:23, 24); separação de Deus (Sl 22:1Mt 27:46); traspassado pela lança (Zc 12:10; Jo 19:34); sepultamento em túmulo de rico (Is 53:9Mt 27:57-60).
Segunda vinda: em meio ao Seu julgamento, Cristo afirmou que Seus acusadores e executores O veriam em Seu retorno glorioso. Isso ocorrerá em Sua segunda vinda como “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Mt 26:64Ap 1:71Tm 6:14, 15).
Fontes: Rubén Dario Camargo (artigo “Fisiopatologia da morte de Cristo”); Rodrigo Cardoso (reportagem “Como Jesus foi crucificado?” IstoÉ, de 1/4/2010); Rodrigo Silva (Escavando a Verdade, CPB, 2007 e AArqueologia e Jesus, Perspectiva, 2006); Frederick Zugibe (A Crucificação de Jesus, Matrix, 2010).
Artigo retirado do site: www.conexao20.com.br site oficial da revista Conexão 2.0

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

10-agua-b
“Se alguém tem sede, venha a Mim e beba” (João 7:37).
Eduardo não se sentia muito bem. A boca estava seca, os lábios se achavam partidos, e ele sentia tanta tontura que chegava a cair frequentemente. E sempre que isso acontecia, ele ficava deveras desalentado.
Um dia ele resolveu consultar o médico. Certamente não precisava ficar nessa condição o resto da vida. Depois que o médico tomou conhecimento de seus sintomas, meneou a cabeça e disse: “Eduardo, seu problema é que você está com sede!” Eduardo ficou mais aliviado, e perguntou: “Que devo fazer?”
O médico encostou-se na poltrona.
Em primeiro lugar, você precisa notar o que o incomoda mais: se é a secura da boca, os lábios partidos ou alguma outra coisa. Digamos, por exemplo, que sejam os lábios partidos que lhe causam mais incômodo. Trate-os até ficarem curados. Lide então com alguma outra coisa. Use sua força de vontade. Isso é a chave.
Eduardo foi para casa, e depois de dizer várias vezes por dia: “Resolvi não ter lábios partidos”, achava-se em pior estado do que antes. Procurou outro médico. Este ficou comovido ao ouvir a história de Eduardo, e exclamou:
- Não posso imaginar por que os outros médicos não lhe contaram a verdade! O que você precisa fazer quando está com sede é tomar água!
- Água? Perguntou Eduardo. Isso parece ser bom! Onde posso encontra-la?
- Ela vem do poço – respondeu o médico.
Eduardo retirou-se apressadamente e começou a cavar um poço. Dentro de pouco tempo faltaram-lhe as forças. Era evidente que iria morrer antes que pudesse cavar até atingir a profundidade suficiente. Soube então da boa-nova de que já fora cavado um poço. Só teria de falar com o dono do poço, e ser-lhe-ia concedida toda água de que necessitasse. Eduardo foi até o poço e aceitou a dádiva que lhe foi feita. Agora ele percorre aquela região, transmitindo a todos a agradável notícia.
Em nossa vida cristã, quantos de nós desperdiçamos muito tempo procurando vencer os sintomas do pecado e obter a água da vida por nós mesmos! Quando compreendemos que o uso apropriado de nossa vontade é chegar-nos a Cristo, o qual faz o convite: “Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida”, alcançaremos a vitória que em vão procuramos obter por nossas próprias forças. Não precisamos cavar o poço – ele já foi cavado. Tudo que temos de fazer é dirigir-nos a Cristo e aceitar as riquezas de Sua graça.
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-> Autoria: Morris Venden          fonte: novotempo.com/amiltonmenezes

domingo, 24 de agosto de 2014

15-Jesus-o-caminho-b
“E eis que Lhe trouxeram um paralítico deitado. Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Tem bom ânimo, filho; estão perdoados os teus pecados.” Mateus 9:2
Jerônimo era um bom esposo e pai exemplar, mas não aceitava a Jesus. A esposa, dona Joana, dizia que a única coisa que faltava para que o lar fosse realmente feliz, era que Jerônimo decidisse entregar a vida a Cristo. Mas os anos passavam e Jerônimo não tomava a decisão. Era um homem correto, um cidadão cumpridor de seus deveres, assistia de vez em quando aos cultos da igreja, mas nunca respondera a um apelo para aceitar a Jesus e unir-se ao povo de Deus.
Um domingo de manhã, enquanto ele e a família se preparavam para um  passeio, foi surpreendido por uma dor horrível na cabeça. Levaram-no ao hospital e o diagnóstico foi: derrame cerebral.
Quando saiu do hospital estava todo deformado, não conseguia andar por si só, e teve que usar uma cadeira de rodas para ser transportado de um lado para outro. Foi nessas circunstâncias que ele aceitou a Jesus e pediu o batismo.
Numa tarde sábado, o pastor Alejandro Bullón batizou Jerônimo. Dois diáconos carregaram-no para entrar nas águas do batismo. Podia ter chegado por seus próprios meios, com os próprios pés, mas adiou a decisão e quando a tomou foi preciso ser levado ao tanque pelos amigos.
No verso de hoje encontramos uma situação parecida. “Eis que lhe trouxeram um paralítico deitado”. Tratava-se de um homem que havia vivido numa vida de pecado. Não era esta a primeira vez que sentira o convite de Cristo. Quando ainda estava fisicamente bem, ouvira muitas vezes a voz do Espírito Santo trabalhando em seu coração. Mas estava completamente amarrado a vícios. Era uma situação que o envolvia por todos os lados. Alguma coisa, lá dentro, lhe dizia que não podia brincar com o pecado, que a vida que estava vivendo não o levaria a nenhum lugar bom, que estava cavando sua própria sepultura. Mas quem entra na roda do pecado não sai nunca, a menos que voluntariamente permita que Cristo opere um milagre.
O resultado da vida pecaminosa desse homem começou logo a se manifestar em sintomas físicos. A paralisia começou a tomar conta do corpo e ficou prostrado no leito do sofrimento. Em meio à dor e ao desespero de sentir-se inútil, era atormentado incessantemente pela culpa. Foi aí que acordou para as coisas espirituais e manifestou a decisão de aceitar a Jesus. Só que há não podia mais ir a Jesus por suas próprias forças, foi preciso que outras pessoas o levassem. Mas foi. E o milagre aconteceu. Jesus perdoou seus pecados e ele voltou para casa andando.
Irá você a Jesus andando com os próprios pés? Ou esperará que chegue o dia em que sejam outros que o levem? A decisão é sua, e tem que ser agora.
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-> Autor: Alejandro Bullon
-> Narração: Amilton Menezes

18-paisagem-b
“Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova, que está saindo à luz” (Isaías 43:18 e 19).
Frank Deford ficou devastado pela morte da sua filha Alexandra. A fibrose cística ceifara sua vida aos 8 anos de idade. Vários meses depois do enterro, o assunto de uma possível adoção veio à tona. Talvez os Deford pudessem adotar outra menina. Chris, o filho, achou que aquela era uma boa ideia. Mas Frank relutava. Certamente dar um lar para uma criança necessitada era uma boa coisa, mas Frank nem podia pensar em trazer uma estranha para ocupar o lugar de Alexandra. Não parecia justo. Ninguém nunca poderia substituí-la naquela casa.
Mas, uma noite, a esposa de Frank fez uma observação: “Sabe, se quiséssemos ter um bebê, é pouco provável que o pudéssemos conseguir aqui nos Estados Unidos. Ele teria que vir de algum país distante.” Sim, Frank entendia isto. Então sua esposa perguntou: “Lembra-se da oração de Alexandra?” Sim, Frank se lembrava. Sua filha sempre orava: “Deus, por favor, cuida do nosso país, e traga algumas pessoas necessitadas para o nosso país!”
Lágrimas brotaram dos olhos de Frank. Agora ele entendeu. Uma criança adotada não iria substituir Alexandra, mas seria a resposta para a oração dela. Em poucos meses, os Deford, com muita alegria, receberam em seu lar uma preciosa menina vinda das Filipinas. Agora, eles podiam seguir em frente e reconstruir a vida.
Podemos ficar presos na dor do passado, ou partir para novos começos. Novos começos não ignoram nem apagam o passado, mas nos levam para além da dor devastadora. O passado é um professor, mas não é nosso senhor. Alguém disse, com muita propriedade: “Você nunca poderá correr para frente olhando para trás.”
A cada manhã, Deus nos convida para um novo começo. Frank Deford e sua esposa começaram de novo. Sua filha adotiva não substitua as Alexandra, mas trouxe-lhes uma nova alegria. Eles descobriram que as misericórdias de Deus “não têm fim”, e que elas “renovam-se cada manhã”.
Podemos descobrir este Deus de novos começos em nossa vida também. Podemos libertar-nos dos nossos erros passados. Podemos começar outra vez. Que hoje seja o seu dia de um novo começo.
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-> Autor: Mark Finley
-> Narração: Amilton Menezes

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