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sábado, 14 de maio de 2016

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Olha só que legal, a Rede Novo Tempo de Comunicação preparou uma série de desenhos animados sobre a “Vida de Jesus” super legal e educativa para assistir, baixar e compartilhar!
 
Jesus é batizado por João Batista e começa Seu ministério. Depois, chama Pedro e João pra serem seus discípulos, e a aventura começa!
Jesus escolhe Mateus, um cobrador de impostos, pra ser um dos Seus discípulos, e dá uma lição naqueles que se acham melhores que os outros.
Os discípulos enfrentam uma tempestade, e Jesus aparece andando no meio do mar. Pedro pede que Ele lhe deixe andar também, e Jesus o salva de afundar por ter duvidado.
Jesus se entristece ao ver que o templo havia virado lugar de comércio, e discute com os fariseus. Então, eles começam a bolar um plano para matá-lo.
Jesus é preso e interrogado. Falsas testemunhas O acusam e Ele recebe a sentença de morte. Pedro nega Jesus 3 vezes e foge. O discípulos desanimam com a morte de Jesus, mas Maria chega com a notícia: Ele ressuscitou! Pedro corre pra se encontrar com o Mestre, e O encontra, no mesmo lugar onde tudo começou.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

De fato, a esperança se tornou objeto de estudo da ciência nas últimas décadas, com diversas pesquisas mostrando seus efeitos positivos. A primeira coisa que os pesquisadores afirmam é que a esperança é resultado de decisão e escolha. E, uma coisa é certa, a esperança tem poder sobre a mente e o corpo. O interesse de psiquiatras, psicólogos e médicos na esperança se deve a seu potencial de cura e realização.
O pesquisador norte-americano Charles S. Snyder, autor do livro “A psicologia da esperança” (The Psychology of Hope), lançado em 1994, entende a esperança como uma ideia motivacional que possibilita a uma pessoa acreditar em resultados positivos para suas metas e aspirações. Segundo ele, a pessoa que tem esperança consegue desenvolver estratégias de vida e de sobrevivência de forma mais eficaz e reúne motivação para colocá-las em prática.
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Na área da saúde, as pesquisas têm demonstrado que o sentimento de esperança exerce grande influência em eliminar ou reduzir problemas físicos e psicológicos antes de eles acontecerem. Ou seja, o sistema imunológico e hormonal da pessoa cheia de esperança é mais eficaz. As pesquisas de Snyder comprovaram que a esperança ajuda o indivíduo a reagir positivamente em caso de doenças e lesões. Essas pessoas são mais fortes em tolerar a dor. O psicólogo comprovou que os portadores de esperança têm mais capacidade ou habilidade adaptativa para resolver seus problemas.
A esperança realmente tem poder. A emoção ou o sentimento de esperança, portanto, é capaz de promover não só a saúde mental, mas também física. Alguns psicólogos relacionam a depressão à ausência de esperança, situação em que a pessoa não vê mais solução para si mesma. Mas, para muitos pesquisadores, a esperança é apenas uma questão de “pensamento positivo”; algo que nós mesmos produzimos. Isso ocorre quando se ignora a origem e o mecanismo geral dessa emoção. No entanto, essa visão limitada da esperança tende a ser superada com os estudos de Anthony Scioli, professor de psicologia do Keene State College, em New Hampshire, nos Estados Unidos.
Desde o final dos anos 1990, ele tem estudado a esperança cientificamente e demonstrado sua forte dimensão espiritual e religiosa. Scioli comprovou que a esperança está ligada a virtudes como paciência, gratidão, amor e fé. E estas são virtudes originalmente bíblicas. O pesquisador afirma que a esperança não estabelece vínculo só com o próximo, mas sobretudo com um Ser superior, ou seja, com Deus.Isso mostra que a verdadeira esperança é diferente de otimismo e pensamento positivo. Ela liga a pessoa a um Deus pessoal que é fonte de poder.
A palavra “esperança” existe na maioria dos idiomas, o que sugere que nenhuma cultura consegue viver sem esperança. Na Bíblia, ela é usada mais de 100 vezes, e o que mais chama a atenção é que a esperança bíblica não é fruto de pensamento positivo. Não é algo que as pessoas têm em si mesmas nem uma força especial que alguns recebem ao nascer. A esperança é algo que as pessoas desenvolvem em sua relação com Deus.
Três coisas se destacam na esperança segundo a Bíblia. Primeiro, as pessoas esperam a solução de seus problemas em Deus: As pessoas trabalham e se esforçam, mas contam com o poder de Deus ao enfrentar e superar os desafios e os perigos da vida. Além disso, os personagens bíblicos consideram Deus como sua própria esperança. Deus é a própria esperança no sentido de que Ele é a fonte do poder desejado e esperado.
Um terceiro aspecto importante da esperança é que ela leva as pessoas a ter confiança em relação ao futuro. As promessas de Deus são fonte de esperança e certeza. Portanto, a expectativa daqueles que têm esperança em Deus é tremendamente positiva. Por isso, eles enfrentam os desafios com otimismo e reúnem mais forças em todos os sentidos, conforme comprovam as pesquisas mencionadas. A esperança tem poder.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

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Um homem foi roubar milho no campo de seu vizinho. Ele levou seu filho pequeno para ficar vigiando na entrada do terreno e avisar se alguém estivesse se aproximando do local. Antes de começar a pegar o milho ele olhou ao redor e a seguir olhou novamente, fazendo o sentido contrário para se certificar que que não havia ninguém ali.
Quando se preparava para encher a bolsa de milhos, seu filho gritou: “Pai, faltou olhar para uma direção!” O pai supôs que alguém estivesse chegando e perguntou ao filho de que direção ele estava falando. O menino respondeu: “Você se esqueceu de olhar para cima.” O pai, envergonhado e com a consciência profundamente atingida, pegou o filho pela mão e apressou-se em sair do local sem levar o milho que planejara roubar.
Como nós, cristãos, temos agito em relação a Deus? Temos estado preocupados em relação às pessoas que nos rodeiam, para mostrar uma proximidade Dele que na realidade não existe ou temos olhado para cima, cientes de que a tudo Ele vê. Temos estado receosos que os homens percebam o quanto somos infiéis ou temos sido verdadeiros, crendo na palavra do Senhor que nos ensina que o Seu temor é o princípio da sabedoria?
Quando aprendemos a olhar para cima, mesmo que o caminho seja esburacado, não cairemos, mesmo que tenha pedras pequenas e grandes, não tropeçaremos, mesmo que seja ladeada por precipícios, estaremos seguros e protegidos.
Aqueles que temem ao Senhor e olham para cima antes de tomar decisões, não correm o perigo de dar um passo em falso e verem seus propósitos frustrados. Aquele que anda de cabeça baixa, confiando em si próprio, pode, arrependido, perceber que andou muito e não chegou a lugar algum.
Você quer ser uma pessoa abençoada e vitoriosa? Olhe sempre para cima.
“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Salmos 111:10)

segunda-feira, 2 de maio de 2016


A você mamãe, desejamos que as bençãos dos céus continuem sobre a sua vida, dando-lhe a sabedoria e força necessárias para continuar nessa longa jornada que o SENHOR tem preparado para você... 
Uma tarefa de grande valor e responsabilidade que só você sabe fazer (e fazer bem feito), ser Mãe é ser um instrumento de Deus na terra...

Quando se assentar o juízo, e os livros forem abertos; quando o “muito bem” (Mateus 25:21) do grande Juiz for pronunciado, e a coroa de glória imortal colocada na fronte do vencedor, muitos erguerão essas coroas à vista do Universo reunido e, indicando sua mãe, dirão: “Ela me fez tudo quanto sou mediante a graça de Deus. Seus ensinos, suas orações, foram abençoados quanto à minha salvação eterna.”
– Mensagem aos Jovens, 330

quarta-feira, 20 de abril de 2016


IMAGEM DA INTERNET
Acho que todos nós, em algum momento, já passamos por uma situação assim, onde duas coisas que queremos muito são boas e certas. Nestes casos o que devemos fazer? Qual é a melhor opção? Existe alguma dica para casos assim? Eu penso que sim!



Um dia destes, andando em um shopping fui ao lugar onde homens gostam de ir e ficar por um bom tempo. A livraria. Ali descobri um livro com um título interessante: “Como decidir entre o certo e o certo”. Não precisei pensar duas vezes. Fui logo comprando o livro. Gostei do prefácio, mas até hoje, enquanto escrevo estas linhas, não li o livro. Tinha e ainda tenho outras prioridades em leitura. O dia dele vai chegar, quando chegar confirmo se o livro é mesmo bom assim.



Mas quero voltar a questão usando este exemplo. Por que li outros livros e não especificamente este? Seria errado ler este e não os outros? Vamos simplificar a questão. Por exemplo: Ir a pé para escola ou de bicicleta? Moralmente, neste caso, não há princípios em questão. Deus pode cuidar de mim, andando de bicicleta na ciclovia ou cuidar de mim indo a pé para a Escola. Como então decidir? Será que questões assim tanto faz? Comer lasanha ou macarrão no domingo tem diferença? Ter um celular preto ou branco pode determinar algo na minha vida?



Sempre achei complicado escolher entre duas coisas boas. Nunca sei se fiz a escolha certa. Um dia entendi que, talvez, eu estivesse querendo saber além da minha capacidade. Nunca saberei se acertei em ir por um caminho e não por outro. Por uma questão óbvia, nunca saberei o que teria acontecido comigo caso tivesse ido pelo outro lugar!



Assim acho que a única maneira de decidir entre duas coisas certas é orar. Isto mesmo, Deus sabe todas as coisas e é Ele quem pode nos orientar quanto as escolhas desta vida! É claro que Deus nos deu racionalidade e liberdade para escolher, mas querer escolher o que Deus escolheria me parece uma boa decisão nas horas de indecisões.


E então? Já aprendeu a decidir entre o certo e o certo? Legal, por isso joelho no chão e vamos orar!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

cristaoscansados.net-wp-content-uploads-2013-05-Legalismo-ou-Amor
 Se você está lutando com o legalismo, não lute abandonando os seus bons momentos. Esta é uma boa advertência que eu me lembro de ter ouvido certa vez de um pastor. Em outras palavras, existe uma tentação de presumir que combater o legalismo é correr das boas coisas, quer seja a leitura da Bíblia ou atos de amor, porque nos enganamos ao achar que elas fazem parte do problema. Todos estão sujeitos a essa tentação. Somos bombardeados diariamente com várias escolhas. O que comer, o que vestir, o que assistir, onde estudar e trabalhar, com quem sair. Dessa forma se torna muito fácil confundir princípios com práticas. Uma confusão pode se formar na linha entre realmente viver para a glória de Deus, ou viver atrelado ao legalismo. Mas penso que a dúvida começa com a definição do legalismo.
O que é legalismo. Legalismo é perseguir boas obras com a intenção de conseguir o favor divino. O ponto é salvar a si mesmo. São boas obras sem a crença de que Deus nos justifica pela fé somente. John Piper explica da seguinte forma: “A essência do legalismo é quando a fé não é o motor da obediência”. Quando trabalhamos arduamente para Deus em vista de obtermos seu favor, não estamos operando pela fé. Ao invés disso, estamos afirmando que devemos acrescentar alguma coisa ao trabalho finalizado de Cristo na cruz. Seu trabalho não foi suficiente, portanto, devemos trabalhar para deixá-lo feliz – devemos tomar o trabalho em nossas próprias mãos para sermos aceitos por Deus.
Mas a Bíblia nos diz que somos justificados pela graça através da fé somente, e não é um trabalho nosso, mas um presente gratuito de Deus. Nossa salvação não é, e nunca será, resultado de nossas obras: “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus” Efésios 2:8. Não há nada que possamos fazer para ganhar o favor salvador de Deus. Se estamos em Cristo, nós TEMOS o seu favor, sempre!
Eu sei que quando sou tentado pro lado do legalismo, é simplesmente por ambição própria. Eu quero pegar meus bons atos e ficar desfilando com eles para Deus e o mundo. É por isso que Efésios 2:9 é tão importante: “não por obras, para que ninguém se glorie”. O motivo pela qual a nossa salvação é gratuita, é para que ninguém fique por aí se achando. Nossa salvação não é no fim das contas acerca de nós, mas acerca de Deus. Deus faz o trabalho e Ele recebe todo o crédito por isso. O legalista quer fazer o trabalho, merecer o favor e receber a glória por isso.
O que não é legalismo? Aqui é onde a confusão começa a se formar. Igualar a busca pela santidade com o legalismo pode causar um mundo de problemas. Esse erro pode eventualmente levar à projeção de um julgamento sobre os outros ou a uma vida de licenciosidade. Mas perseguir a santidade e viver de forma legalista não é a mesma coisa. Legalismo é uma questão do coração, não obediência a Deus e amor radical ao próximo. Legalismo se dá quando tentamos merecer o favor de Deus, e não quando o seguimos porque fomos salvos pela graça.
Novamente Piper explica: Veja bem, legalismo não é simplesmente a busca pela lei. É a busca da lei pelos motivos errados – com algum outro propulsor que não seja a fé. A lei de Deus DEVE ser buscada. O Filho de Deus “condenou o pecado na carne, a fim de que as justas exigências da Lei fossem plenamente satisfeitas em nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito.” Romanos 8:3b-4. Nós devemos buscar o cumprimento da lei – pelo Espírito. Vamos chamar essa boa busca de “obediência pela fé”.
Essa notícia é libertadora. Podemos buscar a Jesus, amá-lo, aprender sobre Deus, e podemos fazer isso como um ato preenchido de obediência pela fé. Quando acordamos pela manhã e nos prostramos desesperadamente perante Deus, é um ato que expressa a nossa necessidade dele. Quando abrimos as nossas Bíblias para ouvir a sua voz, nós o fazemos não porque procuramos a sua aceitação, mas para andarmos em sua companhia.
O que estamos realmente perseguindo? No começo do texto eu citei algumas das escolhas que encaramos diariamente por aí. Com certeza nós temos muitas. Mas por um acaso alguma delas resume o que é seguir a Jesus – coisas como comer ou não comida orgânica ou vestir ou não calça jeans? Nós podemos gastar toneladas de energia em várias atividades, mas Deus nos chama para perseguir algo bem mais incrível, e de alguma forma, mais simples. Ele nos chama para sermos santos: “Como filhos obedientes, não se deixem amoldar pelos maus desejos de outrora, quando viviam na ignorância. Mas, assim como é santo aquele que os chamou, sejam santos vocês também em tudo o que fizerem, pois está escrito: ‘Sejam santos, porque eu sou santo’.” 1 Pedro 1:14-16.
Assim como um filho obedece a seu pai, nós somos chamados para sermos crianças obedientes ao Pai celeste. Nós buscamos a Deus porque “não foi por meio de coisas perecíveis como prata ou ouro que nós fomos redimidos da nossa maneira vazia de viver, transmitida por nossos antepassados, mas pelo precioso sangue de Cristo” 1 Pedro 1:18-19. A instrução de Pedro parece guerra: “estejam com a mente preparada, prontos para agir; estejam alertas e ponham toda a esperança na graça que será dada a vocês quando Jesus Cristo for revelado.” 1 Pedro 1:13 – o que não é legalismo, mas fé.
Com certeza devemos estar atentos aos perigos de se inclinar para o legalismo. Mas lembremo-nos que a busca por Cristo, especialmente pela guerra contra o pecado, não deve ser negligenciada apenas porque nossos corações são tentados pelo erro. Como podemos combater qualquer tentação? Nós recordamos o que Deus fez através de Cristo e o que ele nos prometeu fazer, que é somente pela sua graça, não por nossas obras.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Passamos a vida sendo ensinados que devemos criar e manter essa amizade, mas temos uma tendência muito forte a esquecer das coisas.
O conceito forte de amizade, é de alguém a quem consideramos tanto, que desejamos estar perto sempre que possível. Amamos gastar horas em conversas, e até mesmo em silêncio; basta saber que estamos juntos.
E..nossa! Como é péssimo quando estamos distantes. Como fazem falta e nos deixam aquele buraco, aquela sensação ruim da ausência.
Será que somos realmente amigos de Deus? Será que nosso desejo é tão forte que não podemos passar um dia sem abrir a palavra, para ouvir Deus falar conosco? Será que gastamos tempo contado pra Ele os acontecimentos do dia, os anseios, os desejos?
Eu quero construir uma amizade sincera, profunda e duradoura com Àquele que mais se preocupa comigo, e você?
Hoje pode e deve ser o dia de começar. 
Não perca tempo. ELE É O MELHOR AMIGO QUE EXISTE!

IMAGEM DA INTERNET
Você já tentou, e tentou e tentou e chegou ao ponto de pergunta “De onde me virá o socorro?”.
Quantas vezes nos encontramos em situações aparentemente sem solução, onde nossas tentativas são vãs e ficamos físico e emocionalmente esgotados.
Quantas vezes nos movemos de um lado para o outro na incessante busca por alternativas, quando finalmente desistimos e perguntamos “E agora?”.
Saiba que a Bíblia diz no Salmo 121:2 que “O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra”.
O nosso socorro provém dAquele que se preocupou com cada detalhe da formação e criação do lugar onde vivemos. Se Deus cuida das aves, das flores…quanto mais de vocês cuidará.
Erga os olhos para os montes e confie, o seu socorro virá do SENHOR!

sexta-feira, 13 de novembro de 2015



Precisamos falar sobre a mansidão. Talvez nenhum outro assunto seja tão relevante hoje em dia. A impressão que tenho é que o ódio prevaleceu. É irônico perceber isso agora, quando nunca tivemos tanta oportunidade de aproximação entre as pessoas em qualquer época anterior. A web surgiu como uma chance de confraternização de fato. Barreiras seriam quebradas, preconceitos seriam superados, o respeito e a tolerância ditariam uma nova era. O discurso era incrível. Mas a realidade provou que era apenas uma utopia, uma miragem no deserto de ódio e ressentimento que nos envolveu a todos. E no qual corremos o perigo de achar que esse estado de indelicadeza é normal.
Sinto um certo espanto quando vejo o perfil de amigos antigos em uma ou outra rede social. O trato doce e educado de alguns, que tanto admirava, cedeu espaço ao cinismo. A defesa de ideais, que antes era marcada pela paixão, hoje se manifesta nas redes sociais com a arrogância de quem se imagina ter uma espécie de opinião suprema. Se antes a defesa da fé ocorria na esteira da cordialidade, hoje prevalece um evangelismo autoritário, repressivo, teclado em computadores ou smartphones tendo como combustível uma ironia depreciativa.
A mesma plataforma que definiu a liberdade plena para expressar a minha opinião é a que uso para reprimir uma opinião contrária à minha. Os limites não ficam claros entre a liberdade de expressão e a liberdade de repressão. Em meio a isso, todos parecem ter uma opinião sobre tudo. Todos falam. Pouquíssimos escutam. E os que falam usam as palavras não como argumentos, mas como instrumentos de violência gratuita. “Vivemos um tempo de grande brutalidade, em todos os sentidos, para tudo e para todos”, disse recentemente o ator Lázaro Ramos, comentando ataques racistas nas redes sociais contra sua esposa, Taís Araújo.
Lembro de Walden, livro do escritor Henry David Thoureau. Walden é ensaio biográfico e relato de uma experiência social. Transtornado pela corrosão das relações na sociedade norte-americana, sob imensa influência da industrialização e crescente urbanização, Thoureau, então com 28 anos, decide viver no bosque. Isolado do mundo. Redescobrindo a vida e o sentido de humanidade. “Temos de aprender a redespertar e nos manter despertos, por uma infinita expectativa da aurora”, afirmou. Eu também busco uma aurora. E é no desejo por ela que muitas vezes também prefiro o silêncio.
Acredito que não é preciso uma experiência tão radical para superar esse estado de intolerância. Mas para que a superação aconteça, é preciso viver a mansidão, como fruto do Espírito. O apóstolo Paulo definiu a mansidão como uma vocação cristã, que precisa ser exercida com humildade, delicadeza e compreensão mútua (Efésios 4:2). Como chegar a este modelo de conduta em um mundo dominado pela provocação? A escritora e educadora Ellen White escreveu algo formidável a esse respeito: “O espírito que se conserva manso em face da provocação, dirá mais em favor da verdade, do que o fará qualquer argumento, por mais vigoroso que seja”. – O Desejado de Todas as Nações, pág. 353.
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Como praticar a mansidão em plena era digital? Como dito acima, a mansidão é fruto do Espírito, e como tal precisa ser cultivado. Eu tento seguir três atitudes. Mentiria se dissesse que é uma composição fácil. É algo difícil e que precisa ser praticado, até mesmo incluído em momentos de meditação e devoção. Mas quero compartilhar com você, e espero sinceramente, se você também busca viver a mansidão, que o ajude. São eles:
1. Você não precisa ter opinião sobre tudo, muito menos expressá-la na velocidade preconizada pelas redes.As possibilidades da comunicação digital permitiram que todos nós, repentinamente, tivéssemos opinião formada sobre qualquer coisa. De um momento para outro, viramos todos especialistas. Política, religião, comportamento, ciência, economia, geopolítica, teologia, sexualidade, medicina, direito, criminalidade, justiça, punição, vida, morte. Qualquer que seja o assunto, todos têm uma opinião a respeito. E essa opinião é resultado não de profunda análise, muito menos do estudo, mas do desejo de pertencer, de ser aceito, ou de superar inseguranças com um posicionamento. E também porque a informação é fácil e abundante. E essa é também uma ironia: o excesso de informação leva ao excesso de opinião, e esse é o caminho largo para a desorientação. Não se sentir obrigado a participar de uma conversa pode ajudá-lo a colaborar de forma mais íntegra com esta mesma conversa. Você pode explorar o silêncio para ouvir mais. E pode expor sua opinião com calma, sem o apelo do comentário em “tempo real”.
2 – Você não precisa ter sempre razão.A base da intolerância é a necessidade de ter razão sempre, de não dar o braço a torcer. Este é um sintoma bem específico desses tempos digitais. As discussões não se cruzam, porque estão em linhas paralelas. Mais do que ajudar o outro, o interesse é superar um embate. Mágoas, remorsos e até mesmo ódio se multiplicam quando o que está em jogo é apenas defender o seu ponto de vista, por melhor que ele seja.
O pastor Donald Miller, autor de Como os pinguins me ajudaram a entender Deus, tomou uma decisão a esse respeito que considero inspirada. Falando acerca de discussões sobre crença, ele escreveu:
“Meu mais recente esforço de fé não é do tipo intelectual. Eu realmente não faço mais isso. Mais cedo ou mais tarde você simplesmente descobre que há alguns caras que não acreditam em Deus e podem provar que ele não existe e alguns outros caras que acreditam em Deus e podem provar que ele existe – e a esse ponto a discussão já deixou há muito de ser sobre Deus e passou a ser sobre quem é mais inteligente; honestamente, não estou interessado nisso.”
3 – Desenvolva uma comunicação compassiva.Marshall Rosenberg, doutor em psicologia clínica da Universidade de Wisconsin e estudioso da comunicação não-violenta, afirma que grande parte dos desentendimentos entre as pessoas pode ser amenizada ou mesmo evitada com o emprego da “linguagem da compaixão”. Segundo ele, esse é um processo de comunicação que promove o respeito, a atenção, a empatia e gera o mútuo desejo de entrega a uma vida em favor do outro.
Um grande desafio que temos hoje em dia é negligenciar uma cultura que celebra resultados individuais acima da saúde das relações coletivas. A cultura digital é alimentada pela cultura do indivíduo, aquele que consegue mais cliques, mais flashes, mais compartilhamentos, mais capacidade viral. Penso que esse egocentrismo é o alimento para um estado de distorção muito comum hoje em dia, que é a incapacidade de auto-crítica. Uma cultura que apenas aplaude nos deixa tão despreparados para observar nossos erros que censuramos qualquer avaliação de nossas opiniões que não seja a aceitação. A agressão resultante é apenas uma consequência.
Um espírito manso é capaz de progredir em pessoas capazes de negar sua própria importância. Lembro de Paulo, mais uma vez: “Todavia, não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tão somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor Jesus me confiou, de testemunhar do evangelho da graça de Deus” (Atos 20:24).

POR: Heron Santana



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“Tá na hora da novela”. Esta expressão marcou a vida de muitas pessoas. O produto da TV brasileira marcou gerações, reunindo as famílias em frente ao aparelho e fazendo com que este se tornasse um ícone da cultura do nosso país, conhecido e reconhecido internacionalmente.
Com algumas exceções, recentemente as novelas brasileiras estão perdendo os índices de audiência assustadoramente. Saímos de quase 100% de famílias ligadas em momentos importantes das tramas (caso da mítica “Roque Santeiro”) para os comemorados 20 e poucos pontos de audiência média. Especialistas tentam apontar motivos: falta de interesse pela televisão, concorrência da internet, falta de criatividade, histórias sem brilho. Nada parece explicar o ocaso do formato, que fez com que a TV Globo, grande produtora de novelas, repensasse os tradicionais horários de transmissão. Outra saída: o forte apelo sexual e de tragédias trazido nas histórias, que agora mostram a imagem denegrida da humanidade em alta definição. Nada levanta de forma sustentável os índices.
Mas um fenômeno veio forte, trazendo as pessoas novamente para a frente do televisor para assistir uma trama novelística. O nome? Os Dez Mandamentos. A Rede Record de Televisão já vinha apostando em histórias bíblicas na sua produção de teledramaturgia, mas foi a primeira vez que encarou manter uma novela inteira dentro do tema.
O programa “bombou”, sendo líder de audiência e fazendo com que surgisse algumas perguntas: como uma história bíblica pode fazer sucesso numa novela? Ou ainda: uma história bíblica tem apelo para este público moderno, aparentemente tão arredio a temas religiosos tradicionais?
Esta última questão, que demonstra uma possível falta de vontade do indivíduo contemporâneo com religião, não é feita à toa. Assim como as novelas, religiões tradicionais parecem perder fôlego. Tanto que, quando aparecem visões aparentemente “progressistas” como a do Papa Francisco com a Igreja Católica, falando sobre uma espécie de atualização da religião, há uma aclamação enorme por parte da opinião pública. Muitos estudiosos e pensadores críticos da sociedade moderna atestaram inúmeras vezes a morte da religião ou declaram abertamente a posição ateísta/teísta e de desdém para com o tema da religião e de Deus, como Richard Dawkins, Jonathan Miller e Edward Wilson, só pra citar alguns.
Será mesmo o ser humano moderno (ocidentalizado, vivendo numa era cibercultural) um antirreligioso?
Seres da religião
Recentemente, nos meus estudos de doutorado, tive acesso a uma obra que considero brilhante, que é a Sociologia da Tradução. Seu principal nome, o sociólogo francês Bruno Latour. Latour, professor do Institut d’Etudes Politiques de Paris, vem conduzindo uma pesquisa de mais de 20 anos que ele chama de “Antropologia dos Modernos”. Nela, tenta entender o indivíduo contemporâneo e todas as suas facetas. No seu mais recente livro, “Enquête sur les Modes d’Existence”(não publicado no Brasil), ele apresenta um capítulo chamado Congratulando-se com os seres sensíveis à Palavra. Neste, o autor fala que, ao contrário do que a sociologia tradicional vem demonstrando, os modernos, sim, são “seres da religião”. Há uma propensão do moderno a ver com bons olhos a religião, e com ela a manutenção de algumas disfunções da religião, como o fanatismo e o dogmatismo por exemplo.
Embora o contundente estudo de Latour indique a posição positiva da modernidade ante a religião, não sei se podemos dizer que o sucesso de Os Dez Mandamentos se explica por este fenômeno. De uma maneira simples, deve-se considerar que a história apresentada na Rede Record contém variáveis importantes, como atores famosos, um roteiro bem montado, cenários bem feitos e uma produção com qualidade técnica cinematográfica. E, claro, o principal: uma história tremendamente cativante, um sucesso desde a premiadíssima e homônima produção de Cecil deMille, com Charlton Heston, Anne Baxter e Yul Brynner nos papéis principais, um ícone cult do cinema que fez recentemente 59 anos desde seu lançamento.
O grande ponto que deve ser ponderado é: a novela “Os Dez Mandamentos” tem acendido a luz da Bíblia em muita gente. Isso é muito positivo. Dados iniciais mostravam que a audiência era pesada no meio evangélico, mas é fato que a produção bem feita viralizou a história pra outros públicos e ganhou espaços importantes nos corações para a mensagem bíblica. Icônico mesmo é que a novela tem ganhado a preferência da população numa época em que a Globo, muito forte com esse tipo de programa, tenha tido que praticamente cancelar o seu último folhetim de horário nobre que possuía um nome bem sugestivo: Babilônia.
O que nos diz estas coisas? Mais do que nunca é hora de comunicar a Bíblia. Esta é uma oportunidade ímpar e não pode-se deixar passar. Independente de a sociedade moderna estar ou não propensa a abrir as portas para a religião e mesmo se a trama da novela é fiel ao texto bíblico, se milhões de brasileiros estão acompanhando e gostando de uma história bíblica, deve-se apresentar ainda mais a Bíblia de maneira real e completa. E principalmente, apresentar os Dez Mandamentos, aqueles que “permanecem firmes para todo o sempre” (Salmos 117:8).
Aproveitemos a boa oportunidade para, com a luz da mensagem bíblica, dissipar as trevas da “Babilônia” e levar o Deus dos Dez Mandamentos ao mundo!
IMAGEM DA INTERNET
PARA LER, VER E OUVIR MAIS
“A Imutável Lei de Deus” – Capítulo 25 do livro “O Grande Conflito”, de Ellen White –http://oconflitodosseculos.blogspot.com.br/2009/10/25.html
“Mar Vermelho afoga o Egito Global” – Texto de Michelson Borges www.criacionismo.com.br/2015/11/mar-vermelho-afoga-o-egito-global.html?m=0
“Modes of Existence” – Site oficial da pesquisa antropológica dos modernos, de Bruno Latour –http://modesofexistence.org/
POR: Fábio Bergamo

sábado, 17 de outubro de 2015

O hipopótamo também conhecido como ” cavalo do rio”, é um mamífero simpático que atinge 4 metros de comprimento, 1,50m de altura, pesa 3 a 4,5 toneladas e pode viver até 30 anos. Se alimenta à noite ingerindo de 200 a 300kg das ervas do campo, o que o faz ficar empanturrado e sonolento durante horas. O hipopótamo costuma olhar para baixo, pois o feitio do seu pescoço dificulta olhar para cima.
A girafas, alcançam 5,30m de altura, dos quais boa parte é constituída pelo pescoço. Têm uma língua que chega a 40cm e se alimenta das folhas nos altos ramos das árvores. Quando corre, pode chegar a uma velocidade de até 50km/h e pode viver até 25 anos. O hipopótamo e a girafa são bem diferentes, mas, Deus os mantêm e os alimenta sem que tenham que ser iguais.
Nós também somos diferentes uns dos outros. Vemos e sentimos as coisas de maneiras diferentes. Todos somos jóias preciosas para Deus que nos criou. Como o hipopótamo e a girafa, somos importantes porque somos diferentes. O agricultor planta os alimentos, o aviador pilota o avião, a costureira faz nossa roupa, a professor (a) ensina, a mãe e o pai trabalham. Todos dependemos uns dos outros. Seja qual for nossa função, em casa, na escola, com os amigos, sempre faremos a diferença porque somos diferentes uns dos outros. Daniel, José do Egito, Davi foram diferentes uns dos outros e todos foram importantes. Seja você mesmo.
Quem é mais fascinante o hipopótamo ou a girafa. Quem come 300 kg de alimento ou quem alcança 5,30 de altura? Quem foi mais fiel: Daniel ou José no Egito. Quem mereceu mais estar no céu: Enoque, Moisés ou Elias. Quem de fato foi o maior: Pedro ou Paulo?
Para mim todas as perguntas acima são irrelevantes, porque a questão não é quem foi melhor, mas agradecermos por todos eles terem existido, e com suas vidas nos ajudado e vencer também. Para Deus todos tem sua importância e valor. Ninguém precisa ser melhor que o outro, só precisamos ser úteis para ajudar outras pessoas. 

Esta sim é a única maneira de sermos realmente importantes!

Pr. Ivan Saraiva
FONTE:novotempo.com/estaescrito

sábado, 10 de outubro de 2015

A minha vida presta para alguma coisa? Já tive que responder esta pergunta para muita gente que se sentia fracassada, e que não via significado em sua vida. É interessante como existem momentos na vida em que não queremos mais continuar, queremos desistir e deixar que o desespero siga seu curso destruidor!
Talvez você seja apenas um garotinho (a) e espero que nunca tenha passado momentos tão tristes assim. Mas muitos adultos se sentem fragilizados, sem esperança e quando a gente olha dentro dos olhos deles vemos uma ponta de tristeza que insiste em ficar ali, mesmo nos momentos de alegria.
Parece que os sonhos se vão, algumas esperanças acabam e até aspirações são deixadas de lado. Nestes momentos tristes de seu pai ou mãe, do seu tio ou avó percebemos que os filhos são muito importantes. Parece que como filhos queremos receber tudo. Carinho, educação, presentes, casa, comida, etc. Mas aqui está uma grande oportunidade de você retribuir. Você pode ser a luz que seu pai precisa. Imagine que um abraço seu, uma palavra de incentivo, um elogio pode fazer toda a diferença na vida complexa e cheia de pressões que os adultos têm.
Hoje, exatamente hoje você pode ser usado por Deus para ajudar alguém. A depressão é o mal do século e você pode ser o agente do Senhor para trazer esperança a muita gente. E o melhor de tudo é que coisas assim trazem significado para vida da gente!
Quando era pastor de uma igreja no meio de um bairro muito pobre uma jovem me procurou chorando, perguntando entre suas incontáveis lágrimas se a vida dela prestava. O curioso é que esta garota era líder dos jovens e me ajudava muito mesmo. Ali pude mostrar para ela tudo que ela não conseguia perceber sobre si mesma. Depois de quase uma hora de conversa pude ver o sorriso dela brilhar novamente. 
Veja que ela percebeu o valor dela e eu percebi o meu. A vida é assim, nós somos alguém quando fazemos qualquer um se sentir alguém. Agora é sua vez: eleja alguém que anda meio triste e cabisbaixo e procure dar mais sentido a vida dela. Você verá que assim sua vida também ganhará mais sentido.
Então, boa ação hoje!

sábado, 3 de outubro de 2015


Ele enxugará dos olhos deles todas as lágrimas. Não haverá mais morte nem tristeza, nem choro nem dor. As coisas velhas já passaram. Apocalipse 21:4
Aquele dia pensei que seria o último da minha vida. Eu tinha 15 anos e achava que era cedo demais para morrer. Tinha muitas coisas para fazer ainda, uma delas era casar! Não poderia morrer sem casar, não seria justo! Mas aquele dia foi aterrorizante. Nuvens negras e pesadas cobriam o céu em 360 graus, raios rasgavam o céu. Os trovões eram tão fortes que sentíamos o chão tremer. Ao meu lado, Patrick, um grande amigo. E também o rapaz mais engraçado que conheci na vida. Mas, naquele dia eu só via pânico no seu rosto. O meu não deveria estar muito diferente. Cada um de nós agarrado a um coqueiro. Presos por esta tempestade, numa ilha, em Balneário Camboriú-SC. Sério, você não gostaria de estar naquela ilha aquele dia. Mas, como você já deve ter percebido, eu não morri. A tempestade passou e eu até pude casar!
Com certeza, você já deve ter presenciado uma tempestade destas. Não é nada bonito. O dia fica escuro de um momento para o outro e as mães saem correndo para tirar a roupa do varal. Alguns correm para fechar as janelas e outros ainda não fazem nada, ficam apenas vendo a correria de outros! Você sabe o que eu vou falar agora! Em nossa vida familiar também enfrentamos tempestades. Como você tem reagido a isso? Foge? Finge que nada está acontecendo e vai para o seu quarto? Tenta resolver os conflitos? De que forma faz isso?
Quando Jesus andou entre nós enfrentou muitos tipos de tempestades. Tempestades literais, emocionais, religiosas, espirituais, teológicas e muitas outras. Jesus vivia encharcado de problemas. Mas Ele sempre enfrentou da mesma maneira. Ele orava. Há um pensamento que diz que não existe tempestade que dure para sempre. A oração nos ajuda a passarmos por elas. A oração não é um guarda-chuva que nos impede de nos molharmos nas tempestades, mas é a segurança de que sairemos delas com vida!
Será que está chovendo hoje na sua vida? Não sei, mas se está fique tranqüilo, quando menos esperar as nuvens vão passar e você verá que Deus estava guardando um céu lindo para você! E nunca se esqueça: quando Jesus voltar secará para sempre nosso corpo, alma e lágrimas!
Pr. Ivan Saraiva

sábado, 26 de setembro de 2015

Imagem da internet
Recebi há algum tempo uma pergunta e aproveito para usar em meu artigo a resposta dada a essa pessoa sobre o tema do abuso sexual.
A pergunta foi a seguinte:
Fui abusado sexualmente e estuprado mais de uma vez por dois familiares meus. Sinto até hoje enorme culpa e profundo ódio, e não sei como Deus vê isso. Quando contei isso aos meus familiares, zombaram de mim e disseram que eu era gay. Tenho pensamentos obsessivos em relação ao sexo, e isso me machuca muito […] Por favor, me ajude – Anônimo.
Fiquei com muita pena de você ao ler um relato tão triste sobre sua vida. Nestas horas, sinto muito não haver neste País corrupto a pena de morte, segundo a Bíblia o permite (executada apenas por autoridades constituídas – Romanos 13:1-4), para as “pessoas” [i] assassinas que abusaram sexualmente de você e lhe estupraram:
“Se, contudo, um homem encontrar no campo uma jovem prometida em casamento e a forçar [incluindo, obviamente, uma criança, adolescente ou outro homem], somente o homem morrerá. Não façam nada à moça, pois ela não cometeu pecado algum que mereça a morte. Este caso é semelhante ao daquele que ataca e mata o seu próximo” (Deuteronômio 22:25, 26).
Se eu fiquei com raiva, muito mais você tem razões para ter revolta, ira, dor, e desejo de vingança. Deus lhe entende.
Uma das coisas importantes que mencionou em seu e-mail foi que se sentia “culpado” pelo abuso. Digo que essa afirmação é significativa porque me possibilitará lhe ajudar a compreender algo da dinâmica do abuso sexual.
O amigo sentia essa culpa porque a mente infantil não consegue separar as coisas. A criança, quando maltratada pelo pai, mãe, ou abusada por pessoas mais velhas, “sente” que tudo ocorreu por culpa dela. Além disso, as sugestões do abusador e a falta de ajuda por parte dos pais contribuem para aumentar esse sentimento e geram dor, amargura, ansiedade, frustração e baixa autoestima.
Porém, você nunca foi o culpado pelo que aconteceu. O irmão foi uma vítima do pecado como o que afeta muitas outras crianças. Os maiores culpados na história foram seus pais e irmãos que, infelizmente, além de não lhe protegerem (refiro-me aqui mais especificamente aos seus pais), se deixaram usar pelo diabo para destruir sua autoestima, ao invés de reconstruí-la.
Afinal, como um pai e uma mãe maduros irão ridicularizar o filho (e na frente os irmãos!) por este ter sido abusado por um primo maior?! Não é de admirar que não tenha se sentido à vontade para falar a eles do estupro que veio a sofrer depois, aos 13 anos de idade.
Vamos falar sobre seus pensamentos.
O Senhor sabe que você não tem culpa alguma pelos tipos de pensamentos que vêm à sua mente. Por isso, não se martirize. O Criador não olha para o amigo do mesmo modo que vê outra pessoa que nunca foi violentada. Jamais perderá sua salvação, pois o sangue de Cristo é infinitamente mais poderoso do que aquilo que lhe incomoda em sua mente!
Vou lhe dar algumas dicas.
1) Aceite sua limitação. Parece contraditório, mas, quanto mais aceitarmos nossas limitações, mais libertos seremos delas. O amigo não pode mudar seu padrão mental de uma hora para outra e talvez não o consiga fazê-lo totalmente.
Portanto, é possível que fique com algumas sequelas. Porém, com o passar do tempo em que o irmão for submetido à psicoterapia, a intensidade dos pensamentos diminuirá.
Sempre que os pensamentos lhe assaltarem, lembre-se de que o Senhor lhe entende, perdoa e sabe que foram os abusos (sexual e verbal), a insegurança e o sentimento de abondo que criaram esses caminhos neurais“fora de rota” em sua mente. Apegue-se à graça dEle todos os dias, pois o Criador promete lhe sustentar!“Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim” (2Co 12:9).
2) Viva sua vida com Cristo, como tem feito e, quando vierem as lembranças ruins, diga a você mesmo:“Fulano, estou com você. Ninguém mais irá abusar de nós. Cuidarei de ti, menino. Deus nos compreende e sabe que não temos culpa alguma”. Esse diálogo com o eu é fundamental para sua mente registrar que você se ama e se perdoa, e que o “Eu adulto” está apoiando e cuidando do “Eu infantil”, que está ferido e precisa de amor, carinho e cuidados. Tenha certeza de que essa atividade diária contribuirá muito para seu processo cura!
3) Escreva em um papel toda a raiva que sente dessas pessoas assassinas. Inclusive, a mágoa que tem dos pais e irmãos que, na época, foram extremamente ignorantes e insensíveis em lidar com você. Em seguida, queime esse papel. Esse desabafo será uma válvula de escape para que a pressão de sua mente diminua.
4) Faça a terapia do perdão com seus pais e irmãos. Diga a você mesmo, ou escreva: “eu perdoo vocês por não terem me ajudado e me ridicularizado quando contei que fui abusado”. O registro desse perdão na mente será terapêutico. Todavia, não se cobre. Dê tempo a si mesmo.
5) Tenha uma vida sexual satisfatória com a esposa. Cuidar da sexualidade é muito importante, pois, satisfeito física e psicologicamente, menos sua mente irá para outros caminhos.
6) Pratique atividade física. Ela é vital para que nossa mente vá adquirindo mais força para dominar os pensamentos: “O proporcionado esforço das faculdades mentais e físicas evitará (no seu caso, diminuirá) a tendência aos pensamentos e atos impuros […] O exercício […] é maravilhosa salvaguarda contra a sobrecarga do cérebro” (Ellen G. White, Mente, Caráter e Personalidade, vol. 1 [Tatuí, SP. Casa Publicadora Brasileira, 2001], p. 120).
É impossível que pessoas, especialmente que tenham sido abusadas, vivam felizes e se recuperem do trauma sem atividade física regular.
7) Evite alimentos estimulantes como café, chá-mate, refrigerantes e carnes vermelhas (quanto menos carne comer, melhor). A temperança no comer (tirando da dieta o prejudicial e comendo com moderação aquilo que é saudável) também facilita o trabalho de dominar as paixões sexuais. Coma verduras e use diariamente frutas, legumes e castanhas. Além disso, beba bastante água.
8) Invista o que for preciso para fazer terapia. Não há como curar traumas tão profundos sem ajuda profissional. Com certeza, esse será um dos melhores investimentos de sua vida depois de sua comunhão com Deus, de seu casamento e da atividade física.
9) Quanto tiver quedas em relação à pornografia, peça perdão a Deus e creia que Jesus lhe purifica imediatamente (1 João 2:1, 2). Ele sabe que sua luta é mais dura que a de outros e será paciente com o irmão nesse processo de cura, restauração e santificação. Viva pela fé (Romanos 1:17) e contemple a Jesus, não a você mesmo (ver Hebreus 12:2). Olhe somente para a cruz e nunca perderá a esperança (1 Coríntios 2:2).
Estarei em oração por sua vida e por sua mente. Deixo-lhe um texto para reflexão:
“Jesus, nosso Advogado, está familiarizado com todas as circunstâncias que nos envolvem, e trata conosco de acordo com a luz que temos e as situações em que fomos colocados [há os que foram abusados ou tiveram uma criação difícil] Alguns possuem melhor constituição [genética, física e psíquica] que outros. Enquanto uns estão continuamente atormentados, aflitos e em dificuldades por causa de seus desditosos traços de caráter, tendo de guerrear contra inimigos internos e a corrupção de sua natureza, outros não têm nem a metade dessa batalha” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, vol. 2 [Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2005], p. 74).

POR: Leandro Quadros

Muitas pessoas costumam admirar pessoas famosas. Muitos fazem dessas pessoas verdadeiros heróis e até mesmo ídolos. Vestem-se igual à eles, compram seu CDs e DVDs; quando os ídolos são cantores, decoram as músicas, enchem seus quartos de fotos, cartazes, formam fã-clubes e passam a idolatrar pessoas que conhecem apenas pelo que as revistas e os filmes contam.
Na realidade, o que verdadeiramente interessa a esse ídolo são os milhares de dólares que eles ganham às custas da ingenuidade de milhões de jovens cujos ídolos nunca saberão que esses fãs existem como pessoas, indivíduos.
Lembro-me da história de uma fã que foi assistir a um show de Rock. O vocalista da banda disse para ela subir no palco. Ela foi ao delírio, não sabia como se portar. Estádio lotado, a apresentação estava sendo transmitida ao vivo. A menina deu um beijo no cantor e alguns momentos depois estava dando entrevistas de como se sentiu. Perguntavam se ela acreditava que aquilo estava acontecendo com ela. Ela afirmou que nunca vivera nada mais emocionante. Ela disse também que o vocalista, muito ligado a questões ecológicas, era seu herói.
Como herói que eu admiro um ratinho que vive na África que é treinado para encontrar minas de guerra escondidas embaixo da terra. Esses ratos tem um tamanho maior do que os ratos comuns. Os treinadores colocam uma espécie de coleira com sensores neles, e, dois ratos podem analisar 100 m2 por dia. Mas não precisa ficar preocupado. Nada de mal acontece com os ratinhos. Eles são muito leves e não ativam nenhuma bomba que encontram, portanto, não se machucam. Quando os ratos encontram uma mina, são recompensados com bananas. Que tal? Não são verdadeiros heróis? Estes ratos já salvaram milhares e milhares de pessoas! Muito mais que um cantor de rock não acha?
Cuidado para você não idolatrar um outro ser humano como você. Não importa o talento que esta pessoa tenha, lembre-se que foi Deus que deu isto a ele (a). Assim a honra e glória tem que ser dada a Deus, e a Ele unicamente.
Na Bíblia, encontramos nosso verdadeiro herói. Jesus realmente fez a diferença na vida de bilhões de pessoas. Tem idéia do que é isto? Bilhões e bilhões de pessoas tiverem suas vidas transformadas por este herói que nos trouxe esperança e a certeza de vida eterna. 

Quem é seu herói, mesmo? Espero que não seja um cantor de rock. Bom dia!

FONTE:novotempo.com/estaescrito

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