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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Kle ConQuem gosta de estar ao lado de pessoas arrogantes, orgulhosas, que vivem demonstrando serem melhores que os outros? Esse tipo de pessoa, que só pensa em si mesma, geralmente é extremamente irritante.  Elas simplesmente destroem todo tipo de relacionamento. Mas, em contrapartida, quantos gostam de estar perto de pessoas humildes? Aqueles que não pensam que são os melhores (apesar de muitas vezes serem). Esse tipo de pessoa não fica tentando impressionar os outros. Quando você conta uma história para elas, elas não veem com uma melhor ainda. Resumindo, quando você é humilde, com certeza seus relacionamentos, em todas as áreas, é melhor. A Bíblia afirma: “Não sejam egoístas; não vivam para causar boa impressão aos outros. Sejam humildes, pensando dos outros como sendo melhores do que vocês mesmos. Não pensem unicamente em seus próprios interesses, mas preocupem-se também com os outros e com o que eles estão fazendo.” (Filipenses 2:3-4, BV).
Mas vejam bem, humildade não significa inferioridade. Significa que você reconhece a importância que existe nas outras pessoas. Significa que você aceita que aqueles que estão ao seu redor são filhos de Deus e merecem a atenção e carinho devidos. Quando você começa a interessar-se pelo bem dos que estão ao seu redor, você se torna amável e prestativo. Portanto, seu relacionamento com aqueles que estão ao seu redor será gradativamente aprimorado. E tudo isso depende de sua humildade. Preste bem atenção: você não precisa estar certo todo o tempo—ter sempre a razão. E para isso você precisa ser humilde. E com certeza será muito mais fácil dizer aquela palavrinha que para alguns de nós é tão difícil: “desculpa.” “Eu errei.” “Você pode me perdoar?” Quando somos humildes de espírito não temos que fingir que somos perfeitos, o que reduz nosso stress e melhora significantemente nossos relacionamentos, e por uma simples razão: a pessoa humilde sabe pedir perdão.
Humildade melhora nossos relacionamentos. Quando estamos cheios de orgulho e achamos que somos melhores que as outras pessoas, qualquer tipo de comentário nos deixa irritados. E isso não é nada bom. Mas quando aprendermos a andar em humildade diante do Senhor, sendo somente aquilo que somos, sem precisar andar fingindo—quando aprendemos a depender plenamente dEle, nos tornamos praticamente imunes a qualquer tipo de insulto ou agressão contra nós (quer seja ela moral, física, ou emocional). E por uma simples razão: além de saber pedir perdão, saberemos também o que é perdoar.
Além disso a humildade também nos ensina a reconhecer quem de fatos somos. A questão aqui é apenas honestidade diante das suas limitações. Todos nós temos fraquezas, mas ao mesmo tempo pontos fortes. Todos nós somos assim. Humildade nos ajuda a ser honesto com ambos aspectos. Paulo também afirmou: “Levamos a Mensagem preciosa em vasos de barros sem adornos, ou seja, em nossa vida. Isso é para impedir que alguém pense que o incomparável poder de Deus nos pertence.” (2 Coríntios 4:7, AM). O que ele tinha em mente ao dizer isso? Deus coloca sua Glória, Seu poder em nós quando nos tornamos simples vasos de barro. Sem qualquer adorno, sem qualquer ostentação. Sem orgulho algum. Em outras palavras, quando entendemos o que de fato é humildade Deus pode finalmente atuar em nossa vida. O resultado? Teremos sem dúvida alguma melhores relacionamentos. Você gostaria de ter o poder de Deus em sua vida? A Bíblia diz que o segredo do poder espiritual é andar em humildade, aceitando o fato de que dependemos constantemente de Deus para viver.
“Deus dá força ao humilde, mas se opõe ao orgulhoso e ao arrogante.” (Tiago 4:6, BV).
POR: Pr. Kleber Gonçalves           FONTE: novotempo.com/viva

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Os reflexos nervosos, a sensibilidade e a capacidade de agir com precisão dependem do respeito e atenção às determinações dos ponteiros do relógio biológico. Cada um de nós possui um ritmo próprio, preestabelecido em nossos genes: acordar, dormir, comer, trabalhar. A disposição recebe influência da Natureza, do dia e da noite, do frio ou do calor e da posição da Terra em relação ao Sol. A ciência hoje afirma que o sono é o grande restaurador do sistema nervoso e a única maneira de preparar o cérebro para as funções do dia. Irritações, falta de memória, incapacidade para concentração, raciocínio e capacidade de julgar alterados são os déficits de noites perdidas.
Pesquisas realizadas pela Santa Casa de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, mostraram que dois em cada dez acidentes de trabalho são causados pela falta de sono. Pesquisas semelhantes feitas nos Estados Unidos revelam que a falta de sono mata mais que o álcool e as drogas. Por incrível que pareça, 31% dos desastres de carro foram relacionados a noites sem dormir. Os efeitos da perda de sono são muitos e variados. A falta de dormir adequadamente: aumenta a irritabilidade, a angústia e o nervosismo. Provoca comportamento anti-social. Tira a espontaneidade. Causa desorientação e depressão. Produz inabilidade para manter fixos os objetivos na realização de uma tarefa. Diminui a percepção e as habilidades racionais cognitivas. Afeta a capacidade física. Aumenta o tempo de reação. Diminui a habilidade para movimentos delicados das mãos. Dificulta manter boa postura. Aumenta a sensibilidade à dor. Reduz o tono muscular e a força. Descontrola o apetite.
(Recursos Para Uma Vida Natural, págs. 51-53).

sábado, 14 de maio de 2016

vidadejesus1
Olha só que legal, a Rede Novo Tempo de Comunicação preparou uma série de desenhos animados sobre a “Vida de Jesus” super legal e educativa para assistir, baixar e compartilhar!
 
Jesus é batizado por João Batista e começa Seu ministério. Depois, chama Pedro e João pra serem seus discípulos, e a aventura começa!
Jesus escolhe Mateus, um cobrador de impostos, pra ser um dos Seus discípulos, e dá uma lição naqueles que se acham melhores que os outros.
Os discípulos enfrentam uma tempestade, e Jesus aparece andando no meio do mar. Pedro pede que Ele lhe deixe andar também, e Jesus o salva de afundar por ter duvidado.
Jesus se entristece ao ver que o templo havia virado lugar de comércio, e discute com os fariseus. Então, eles começam a bolar um plano para matá-lo.
Jesus é preso e interrogado. Falsas testemunhas O acusam e Ele recebe a sentença de morte. Pedro nega Jesus 3 vezes e foge. O discípulos desanimam com a morte de Jesus, mas Maria chega com a notícia: Ele ressuscitou! Pedro corre pra se encontrar com o Mestre, e O encontra, no mesmo lugar onde tudo começou.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

depressao-fe-vida-e-saudeComo o cristão pode enfrentar os transtornos mentais sem culpas nem julgamentos
Não é novidade para ninguém que em algum momento de nossas vidas teremos de enfrentar conflitos. Medos, perdas, tristezas, frustrações, angústias, que infelizmente fazem parte da rotina humana após a entrada do pecado na humanidade. Não que isso seja propriamente uma alteração patológica, uma doença.
O transtorno depressivo maior é uma das principais causas de incapacidade para o trabalho, comprometimento na vida social, acadêmica e, com certeza, familiar. Com alta morbidade e mortalidade.
O humor deprimido e a perda de prazer são os sintomas principais da depressão. Associados a eles estão a diminuição do interesse e motivação, baixa autoestima, choro fácil, culpa, irritabilidade, ansiedade, insônia ou sono em excesso, aumento ou perda do apetite. Alguns pacientes dizem que não conseguem nem se “levantar da cama”. Além disso, vem uma fadiga inexplicável, sentimentos de vergonha ou autodepreciação, negativismo, isolamento, ideias de morte, e, por fim, a tentativa de suicídio.
Você pode estar se perguntando o porquê de todos esses sintomas. Encontramos diversas causas que atualmente vem sendo estudadas, como fatores biológicos, genéticos e neuroquímicos. Outros atuam como fatores desencadeantes como a perda de pessoas queridas, moradia, trabalho, separação precoce da mãe, assim como negligência e maus tratos durante os primeiros anos de vida, sendo relacionados a uma maior vulnerabilidade a doenças mentais como depressão e esquizofrenia ao longo da infância e vida adulta.
Cada vez mais tenho me deparado com pacientes nesta situação. Percebo um sofrimento imenso devido a maioria destes serem cristãos. Isso porque eles concluem que seu problema acontece talvez por falta de fé, e têm sentimentos de que Deus não se importa com eles, e de que não são agradecidos pelas bênçãos do Senhor. Tudo isso atua como um rolo compressor e essas pessoas acabam se sentindo excluídas, desafortunadas e se afastam do convívio de seus queridos, da igreja e do trabalho, chegando até o desfecho mais temido… o suicídio.
O que dizer de uma família aparentemente perfeita? Imagine a cena: pais que se amam e se respeitam, com estabilidade financeira, filhos obedientes, guardadores da lei de Deus, membros ativos na igreja. No entanto, mesmo assim a mãe dessa família sofre com uma tristeza profunda, desanimada, incapaz de manter a alegria e equilíbrio na vida. É neste momento que os julgamentos se iniciam, possivelmente dentro da família, amigos e inclusive na igreja. Esta pessoa passa a ser vista como preguiçosa, mal agradecida, sem fé, mãe negligente e, como já ouvi muitas vezes “ela tem de tudo, mas não desfruta de nada”…
Se essa é a sua situação, tenha a certeza de que Deus não te condena por sentir tudo isto e está disposto a prover tratamento adequado para suas angústias, aliviar suas tensões e te conceder uma vida produtiva. Ele conhece, entende profundamente este transtorno e, o melhor, está disposto a te ajudar.
Primeiramente, não tenha medo nem preconceito de buscar ajuda profissional. Alguns consideram isso uma demonstração de fraqueza ou falta de fé, afinal, muito desequilibrio e fanatismo permeiam esta questão. O que precisamos entender é que muitos pacientes necessitarão de acompanhamento profissional e, principalmente, medicamentoso nesse caso. Buscando sempre nosso ideal, princípios imutáveis de uma vida saudável, alimentação adequada, exercicio fisico e uma vida religiosa pura e positiva.
Como eu gosto de dizer, descanse nos braços do Senhor, busque tratamento imediato com um profissional de saúde mental e inicie uma nova caminhada com esperança.
Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso”… Mateus 11:28

POR: Dalton Duarte de Lima Júnior - Psiquiatra, Médico Assistente de Dependência Química da Casa de Saúde Nossa Senhora do Caminho, Médico do Núcleo Infantil da Universidade de Santo Amaro.
FONTE: vidaesaude.tv

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Passamos a vida sendo ensinados que devemos criar e manter essa amizade, mas temos uma tendência muito forte a esquecer das coisas.
O conceito forte de amizade, é de alguém a quem consideramos tanto, que desejamos estar perto sempre que possível. Amamos gastar horas em conversas, e até mesmo em silêncio; basta saber que estamos juntos.
E..nossa! Como é péssimo quando estamos distantes. Como fazem falta e nos deixam aquele buraco, aquela sensação ruim da ausência.
Será que somos realmente amigos de Deus? Será que nosso desejo é tão forte que não podemos passar um dia sem abrir a palavra, para ouvir Deus falar conosco? Será que gastamos tempo contado pra Ele os acontecimentos do dia, os anseios, os desejos?
Eu quero construir uma amizade sincera, profunda e duradoura com Àquele que mais se preocupa comigo, e você?
Hoje pode e deve ser o dia de começar. 
Não perca tempo. ELE É O MELHOR AMIGO QUE EXISTE!

sexta-feira, 13 de novembro de 2015



Precisamos falar sobre a mansidão. Talvez nenhum outro assunto seja tão relevante hoje em dia. A impressão que tenho é que o ódio prevaleceu. É irônico perceber isso agora, quando nunca tivemos tanta oportunidade de aproximação entre as pessoas em qualquer época anterior. A web surgiu como uma chance de confraternização de fato. Barreiras seriam quebradas, preconceitos seriam superados, o respeito e a tolerância ditariam uma nova era. O discurso era incrível. Mas a realidade provou que era apenas uma utopia, uma miragem no deserto de ódio e ressentimento que nos envolveu a todos. E no qual corremos o perigo de achar que esse estado de indelicadeza é normal.
Sinto um certo espanto quando vejo o perfil de amigos antigos em uma ou outra rede social. O trato doce e educado de alguns, que tanto admirava, cedeu espaço ao cinismo. A defesa de ideais, que antes era marcada pela paixão, hoje se manifesta nas redes sociais com a arrogância de quem se imagina ter uma espécie de opinião suprema. Se antes a defesa da fé ocorria na esteira da cordialidade, hoje prevalece um evangelismo autoritário, repressivo, teclado em computadores ou smartphones tendo como combustível uma ironia depreciativa.
A mesma plataforma que definiu a liberdade plena para expressar a minha opinião é a que uso para reprimir uma opinião contrária à minha. Os limites não ficam claros entre a liberdade de expressão e a liberdade de repressão. Em meio a isso, todos parecem ter uma opinião sobre tudo. Todos falam. Pouquíssimos escutam. E os que falam usam as palavras não como argumentos, mas como instrumentos de violência gratuita. “Vivemos um tempo de grande brutalidade, em todos os sentidos, para tudo e para todos”, disse recentemente o ator Lázaro Ramos, comentando ataques racistas nas redes sociais contra sua esposa, Taís Araújo.
Lembro de Walden, livro do escritor Henry David Thoureau. Walden é ensaio biográfico e relato de uma experiência social. Transtornado pela corrosão das relações na sociedade norte-americana, sob imensa influência da industrialização e crescente urbanização, Thoureau, então com 28 anos, decide viver no bosque. Isolado do mundo. Redescobrindo a vida e o sentido de humanidade. “Temos de aprender a redespertar e nos manter despertos, por uma infinita expectativa da aurora”, afirmou. Eu também busco uma aurora. E é no desejo por ela que muitas vezes também prefiro o silêncio.
Acredito que não é preciso uma experiência tão radical para superar esse estado de intolerância. Mas para que a superação aconteça, é preciso viver a mansidão, como fruto do Espírito. O apóstolo Paulo definiu a mansidão como uma vocação cristã, que precisa ser exercida com humildade, delicadeza e compreensão mútua (Efésios 4:2). Como chegar a este modelo de conduta em um mundo dominado pela provocação? A escritora e educadora Ellen White escreveu algo formidável a esse respeito: “O espírito que se conserva manso em face da provocação, dirá mais em favor da verdade, do que o fará qualquer argumento, por mais vigoroso que seja”. – O Desejado de Todas as Nações, pág. 353.
IMAGEM DA INTERNET
Como praticar a mansidão em plena era digital? Como dito acima, a mansidão é fruto do Espírito, e como tal precisa ser cultivado. Eu tento seguir três atitudes. Mentiria se dissesse que é uma composição fácil. É algo difícil e que precisa ser praticado, até mesmo incluído em momentos de meditação e devoção. Mas quero compartilhar com você, e espero sinceramente, se você também busca viver a mansidão, que o ajude. São eles:
1. Você não precisa ter opinião sobre tudo, muito menos expressá-la na velocidade preconizada pelas redes.As possibilidades da comunicação digital permitiram que todos nós, repentinamente, tivéssemos opinião formada sobre qualquer coisa. De um momento para outro, viramos todos especialistas. Política, religião, comportamento, ciência, economia, geopolítica, teologia, sexualidade, medicina, direito, criminalidade, justiça, punição, vida, morte. Qualquer que seja o assunto, todos têm uma opinião a respeito. E essa opinião é resultado não de profunda análise, muito menos do estudo, mas do desejo de pertencer, de ser aceito, ou de superar inseguranças com um posicionamento. E também porque a informação é fácil e abundante. E essa é também uma ironia: o excesso de informação leva ao excesso de opinião, e esse é o caminho largo para a desorientação. Não se sentir obrigado a participar de uma conversa pode ajudá-lo a colaborar de forma mais íntegra com esta mesma conversa. Você pode explorar o silêncio para ouvir mais. E pode expor sua opinião com calma, sem o apelo do comentário em “tempo real”.
2 – Você não precisa ter sempre razão.A base da intolerância é a necessidade de ter razão sempre, de não dar o braço a torcer. Este é um sintoma bem específico desses tempos digitais. As discussões não se cruzam, porque estão em linhas paralelas. Mais do que ajudar o outro, o interesse é superar um embate. Mágoas, remorsos e até mesmo ódio se multiplicam quando o que está em jogo é apenas defender o seu ponto de vista, por melhor que ele seja.
O pastor Donald Miller, autor de Como os pinguins me ajudaram a entender Deus, tomou uma decisão a esse respeito que considero inspirada. Falando acerca de discussões sobre crença, ele escreveu:
“Meu mais recente esforço de fé não é do tipo intelectual. Eu realmente não faço mais isso. Mais cedo ou mais tarde você simplesmente descobre que há alguns caras que não acreditam em Deus e podem provar que ele não existe e alguns outros caras que acreditam em Deus e podem provar que ele existe – e a esse ponto a discussão já deixou há muito de ser sobre Deus e passou a ser sobre quem é mais inteligente; honestamente, não estou interessado nisso.”
3 – Desenvolva uma comunicação compassiva.Marshall Rosenberg, doutor em psicologia clínica da Universidade de Wisconsin e estudioso da comunicação não-violenta, afirma que grande parte dos desentendimentos entre as pessoas pode ser amenizada ou mesmo evitada com o emprego da “linguagem da compaixão”. Segundo ele, esse é um processo de comunicação que promove o respeito, a atenção, a empatia e gera o mútuo desejo de entrega a uma vida em favor do outro.
Um grande desafio que temos hoje em dia é negligenciar uma cultura que celebra resultados individuais acima da saúde das relações coletivas. A cultura digital é alimentada pela cultura do indivíduo, aquele que consegue mais cliques, mais flashes, mais compartilhamentos, mais capacidade viral. Penso que esse egocentrismo é o alimento para um estado de distorção muito comum hoje em dia, que é a incapacidade de auto-crítica. Uma cultura que apenas aplaude nos deixa tão despreparados para observar nossos erros que censuramos qualquer avaliação de nossas opiniões que não seja a aceitação. A agressão resultante é apenas uma consequência.
Um espírito manso é capaz de progredir em pessoas capazes de negar sua própria importância. Lembro de Paulo, mais uma vez: “Todavia, não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tão somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor Jesus me confiou, de testemunhar do evangelho da graça de Deus” (Atos 20:24).

POR: Heron Santana



IMAGEM DA INTERNET
“Tá na hora da novela”. Esta expressão marcou a vida de muitas pessoas. O produto da TV brasileira marcou gerações, reunindo as famílias em frente ao aparelho e fazendo com que este se tornasse um ícone da cultura do nosso país, conhecido e reconhecido internacionalmente.
Com algumas exceções, recentemente as novelas brasileiras estão perdendo os índices de audiência assustadoramente. Saímos de quase 100% de famílias ligadas em momentos importantes das tramas (caso da mítica “Roque Santeiro”) para os comemorados 20 e poucos pontos de audiência média. Especialistas tentam apontar motivos: falta de interesse pela televisão, concorrência da internet, falta de criatividade, histórias sem brilho. Nada parece explicar o ocaso do formato, que fez com que a TV Globo, grande produtora de novelas, repensasse os tradicionais horários de transmissão. Outra saída: o forte apelo sexual e de tragédias trazido nas histórias, que agora mostram a imagem denegrida da humanidade em alta definição. Nada levanta de forma sustentável os índices.
Mas um fenômeno veio forte, trazendo as pessoas novamente para a frente do televisor para assistir uma trama novelística. O nome? Os Dez Mandamentos. A Rede Record de Televisão já vinha apostando em histórias bíblicas na sua produção de teledramaturgia, mas foi a primeira vez que encarou manter uma novela inteira dentro do tema.
O programa “bombou”, sendo líder de audiência e fazendo com que surgisse algumas perguntas: como uma história bíblica pode fazer sucesso numa novela? Ou ainda: uma história bíblica tem apelo para este público moderno, aparentemente tão arredio a temas religiosos tradicionais?
Esta última questão, que demonstra uma possível falta de vontade do indivíduo contemporâneo com religião, não é feita à toa. Assim como as novelas, religiões tradicionais parecem perder fôlego. Tanto que, quando aparecem visões aparentemente “progressistas” como a do Papa Francisco com a Igreja Católica, falando sobre uma espécie de atualização da religião, há uma aclamação enorme por parte da opinião pública. Muitos estudiosos e pensadores críticos da sociedade moderna atestaram inúmeras vezes a morte da religião ou declaram abertamente a posição ateísta/teísta e de desdém para com o tema da religião e de Deus, como Richard Dawkins, Jonathan Miller e Edward Wilson, só pra citar alguns.
Será mesmo o ser humano moderno (ocidentalizado, vivendo numa era cibercultural) um antirreligioso?
Seres da religião
Recentemente, nos meus estudos de doutorado, tive acesso a uma obra que considero brilhante, que é a Sociologia da Tradução. Seu principal nome, o sociólogo francês Bruno Latour. Latour, professor do Institut d’Etudes Politiques de Paris, vem conduzindo uma pesquisa de mais de 20 anos que ele chama de “Antropologia dos Modernos”. Nela, tenta entender o indivíduo contemporâneo e todas as suas facetas. No seu mais recente livro, “Enquête sur les Modes d’Existence”(não publicado no Brasil), ele apresenta um capítulo chamado Congratulando-se com os seres sensíveis à Palavra. Neste, o autor fala que, ao contrário do que a sociologia tradicional vem demonstrando, os modernos, sim, são “seres da religião”. Há uma propensão do moderno a ver com bons olhos a religião, e com ela a manutenção de algumas disfunções da religião, como o fanatismo e o dogmatismo por exemplo.
Embora o contundente estudo de Latour indique a posição positiva da modernidade ante a religião, não sei se podemos dizer que o sucesso de Os Dez Mandamentos se explica por este fenômeno. De uma maneira simples, deve-se considerar que a história apresentada na Rede Record contém variáveis importantes, como atores famosos, um roteiro bem montado, cenários bem feitos e uma produção com qualidade técnica cinematográfica. E, claro, o principal: uma história tremendamente cativante, um sucesso desde a premiadíssima e homônima produção de Cecil deMille, com Charlton Heston, Anne Baxter e Yul Brynner nos papéis principais, um ícone cult do cinema que fez recentemente 59 anos desde seu lançamento.
O grande ponto que deve ser ponderado é: a novela “Os Dez Mandamentos” tem acendido a luz da Bíblia em muita gente. Isso é muito positivo. Dados iniciais mostravam que a audiência era pesada no meio evangélico, mas é fato que a produção bem feita viralizou a história pra outros públicos e ganhou espaços importantes nos corações para a mensagem bíblica. Icônico mesmo é que a novela tem ganhado a preferência da população numa época em que a Globo, muito forte com esse tipo de programa, tenha tido que praticamente cancelar o seu último folhetim de horário nobre que possuía um nome bem sugestivo: Babilônia.
O que nos diz estas coisas? Mais do que nunca é hora de comunicar a Bíblia. Esta é uma oportunidade ímpar e não pode-se deixar passar. Independente de a sociedade moderna estar ou não propensa a abrir as portas para a religião e mesmo se a trama da novela é fiel ao texto bíblico, se milhões de brasileiros estão acompanhando e gostando de uma história bíblica, deve-se apresentar ainda mais a Bíblia de maneira real e completa. E principalmente, apresentar os Dez Mandamentos, aqueles que “permanecem firmes para todo o sempre” (Salmos 117:8).
Aproveitemos a boa oportunidade para, com a luz da mensagem bíblica, dissipar as trevas da “Babilônia” e levar o Deus dos Dez Mandamentos ao mundo!
IMAGEM DA INTERNET
PARA LER, VER E OUVIR MAIS
“A Imutável Lei de Deus” – Capítulo 25 do livro “O Grande Conflito”, de Ellen White –http://oconflitodosseculos.blogspot.com.br/2009/10/25.html
“Mar Vermelho afoga o Egito Global” – Texto de Michelson Borges www.criacionismo.com.br/2015/11/mar-vermelho-afoga-o-egito-global.html?m=0
“Modes of Existence” – Site oficial da pesquisa antropológica dos modernos, de Bruno Latour –http://modesofexistence.org/
POR: Fábio Bergamo

sábado, 3 de outubro de 2015


Ele enxugará dos olhos deles todas as lágrimas. Não haverá mais morte nem tristeza, nem choro nem dor. As coisas velhas já passaram. Apocalipse 21:4
Aquele dia pensei que seria o último da minha vida. Eu tinha 15 anos e achava que era cedo demais para morrer. Tinha muitas coisas para fazer ainda, uma delas era casar! Não poderia morrer sem casar, não seria justo! Mas aquele dia foi aterrorizante. Nuvens negras e pesadas cobriam o céu em 360 graus, raios rasgavam o céu. Os trovões eram tão fortes que sentíamos o chão tremer. Ao meu lado, Patrick, um grande amigo. E também o rapaz mais engraçado que conheci na vida. Mas, naquele dia eu só via pânico no seu rosto. O meu não deveria estar muito diferente. Cada um de nós agarrado a um coqueiro. Presos por esta tempestade, numa ilha, em Balneário Camboriú-SC. Sério, você não gostaria de estar naquela ilha aquele dia. Mas, como você já deve ter percebido, eu não morri. A tempestade passou e eu até pude casar!
Com certeza, você já deve ter presenciado uma tempestade destas. Não é nada bonito. O dia fica escuro de um momento para o outro e as mães saem correndo para tirar a roupa do varal. Alguns correm para fechar as janelas e outros ainda não fazem nada, ficam apenas vendo a correria de outros! Você sabe o que eu vou falar agora! Em nossa vida familiar também enfrentamos tempestades. Como você tem reagido a isso? Foge? Finge que nada está acontecendo e vai para o seu quarto? Tenta resolver os conflitos? De que forma faz isso?
Quando Jesus andou entre nós enfrentou muitos tipos de tempestades. Tempestades literais, emocionais, religiosas, espirituais, teológicas e muitas outras. Jesus vivia encharcado de problemas. Mas Ele sempre enfrentou da mesma maneira. Ele orava. Há um pensamento que diz que não existe tempestade que dure para sempre. A oração nos ajuda a passarmos por elas. A oração não é um guarda-chuva que nos impede de nos molharmos nas tempestades, mas é a segurança de que sairemos delas com vida!
Será que está chovendo hoje na sua vida? Não sei, mas se está fique tranqüilo, quando menos esperar as nuvens vão passar e você verá que Deus estava guardando um céu lindo para você! E nunca se esqueça: quando Jesus voltar secará para sempre nosso corpo, alma e lágrimas!
Pr. Ivan Saraiva

sábado, 26 de setembro de 2015

Imagem da internet
Recebi há algum tempo uma pergunta e aproveito para usar em meu artigo a resposta dada a essa pessoa sobre o tema do abuso sexual.
A pergunta foi a seguinte:
Fui abusado sexualmente e estuprado mais de uma vez por dois familiares meus. Sinto até hoje enorme culpa e profundo ódio, e não sei como Deus vê isso. Quando contei isso aos meus familiares, zombaram de mim e disseram que eu era gay. Tenho pensamentos obsessivos em relação ao sexo, e isso me machuca muito […] Por favor, me ajude – Anônimo.
Fiquei com muita pena de você ao ler um relato tão triste sobre sua vida. Nestas horas, sinto muito não haver neste País corrupto a pena de morte, segundo a Bíblia o permite (executada apenas por autoridades constituídas – Romanos 13:1-4), para as “pessoas” [i] assassinas que abusaram sexualmente de você e lhe estupraram:
“Se, contudo, um homem encontrar no campo uma jovem prometida em casamento e a forçar [incluindo, obviamente, uma criança, adolescente ou outro homem], somente o homem morrerá. Não façam nada à moça, pois ela não cometeu pecado algum que mereça a morte. Este caso é semelhante ao daquele que ataca e mata o seu próximo” (Deuteronômio 22:25, 26).
Se eu fiquei com raiva, muito mais você tem razões para ter revolta, ira, dor, e desejo de vingança. Deus lhe entende.
Uma das coisas importantes que mencionou em seu e-mail foi que se sentia “culpado” pelo abuso. Digo que essa afirmação é significativa porque me possibilitará lhe ajudar a compreender algo da dinâmica do abuso sexual.
O amigo sentia essa culpa porque a mente infantil não consegue separar as coisas. A criança, quando maltratada pelo pai, mãe, ou abusada por pessoas mais velhas, “sente” que tudo ocorreu por culpa dela. Além disso, as sugestões do abusador e a falta de ajuda por parte dos pais contribuem para aumentar esse sentimento e geram dor, amargura, ansiedade, frustração e baixa autoestima.
Porém, você nunca foi o culpado pelo que aconteceu. O irmão foi uma vítima do pecado como o que afeta muitas outras crianças. Os maiores culpados na história foram seus pais e irmãos que, infelizmente, além de não lhe protegerem (refiro-me aqui mais especificamente aos seus pais), se deixaram usar pelo diabo para destruir sua autoestima, ao invés de reconstruí-la.
Afinal, como um pai e uma mãe maduros irão ridicularizar o filho (e na frente os irmãos!) por este ter sido abusado por um primo maior?! Não é de admirar que não tenha se sentido à vontade para falar a eles do estupro que veio a sofrer depois, aos 13 anos de idade.
Vamos falar sobre seus pensamentos.
O Senhor sabe que você não tem culpa alguma pelos tipos de pensamentos que vêm à sua mente. Por isso, não se martirize. O Criador não olha para o amigo do mesmo modo que vê outra pessoa que nunca foi violentada. Jamais perderá sua salvação, pois o sangue de Cristo é infinitamente mais poderoso do que aquilo que lhe incomoda em sua mente!
Vou lhe dar algumas dicas.
1) Aceite sua limitação. Parece contraditório, mas, quanto mais aceitarmos nossas limitações, mais libertos seremos delas. O amigo não pode mudar seu padrão mental de uma hora para outra e talvez não o consiga fazê-lo totalmente.
Portanto, é possível que fique com algumas sequelas. Porém, com o passar do tempo em que o irmão for submetido à psicoterapia, a intensidade dos pensamentos diminuirá.
Sempre que os pensamentos lhe assaltarem, lembre-se de que o Senhor lhe entende, perdoa e sabe que foram os abusos (sexual e verbal), a insegurança e o sentimento de abondo que criaram esses caminhos neurais“fora de rota” em sua mente. Apegue-se à graça dEle todos os dias, pois o Criador promete lhe sustentar!“Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim” (2Co 12:9).
2) Viva sua vida com Cristo, como tem feito e, quando vierem as lembranças ruins, diga a você mesmo:Fulano, estou com você. Ninguém mais irá abusar de nós. Cuidarei de ti, menino. Deus nos compreende e sabe que não temos culpa alguma”. Esse diálogo com o eu é fundamental para sua mente registrar que você se ama e se perdoa, e que o “Eu adulto” está apoiando e cuidando do “Eu infantil”, que está ferido e precisa de amor, carinho e cuidados. Tenha certeza de que essa atividade diária contribuirá muito para seu processo cura!
3) Escreva em um papel toda a raiva que sente dessas pessoas assassinas. Inclusive, a mágoa que tem dos pais e irmãos que, na época, foram extremamente ignorantes e insensíveis em lidar com você. Em seguida, queime esse papel. Esse desabafo será uma válvula de escape para que a pressão de sua mente diminua.
4) Faça a terapia do perdão com seus pais e irmãos. Diga a você mesmo, ou escreva: “eu perdoo vocês por não terem me ajudado e me ridicularizado quando contei que fui abusado”. O registro desse perdão na mente será terapêutico. Todavia, não se cobre. Dê tempo a si mesmo.
5) Tenha uma vida sexual satisfatória com a esposa. Cuidar da sexualidade é muito importante, pois, satisfeito física e psicologicamente, menos sua mente irá para outros caminhos.
6) Pratique atividade física. Ela é vital para que nossa mente vá adquirindo mais força para dominar os pensamentos: “O proporcionado esforço das faculdades mentais e físicas evitará (no seu caso, diminuirá) a tendência aos pensamentos e atos impuros […] O exercício […] é maravilhosa salvaguarda contra a sobrecarga do cérebro” (Ellen G. White, Mente, Caráter e Personalidade, vol. 1 [Tatuí, SP. Casa Publicadora Brasileira, 2001], p. 120).
É impossível que pessoas, especialmente que tenham sido abusadas, vivam felizes e se recuperem do trauma sem atividade física regular.
7) Evite alimentos estimulantes como café, chá-mate, refrigerantes e carnes vermelhas (quanto menos carne comer, melhor). A temperança no comer (tirando da dieta o prejudicial e comendo com moderação aquilo que é saudável) também facilita o trabalho de dominar as paixões sexuais. Coma verduras e use diariamente frutas, legumes e castanhas. Além disso, beba bastante água.
8) Invista o que for preciso para fazer terapia. Não há como curar traumas tão profundos sem ajuda profissional. Com certeza, esse será um dos melhores investimentos de sua vida depois de sua comunhão com Deus, de seu casamento e da atividade física.
9) Quanto tiver quedas em relação à pornografia, peça perdão a Deus e creia que Jesus lhe purifica imediatamente (1 João 2:1, 2). Ele sabe que sua luta é mais dura que a de outros e será paciente com o irmão nesse processo de cura, restauração e santificação. Viva pela fé (Romanos 1:17) e contemple a Jesus, não a você mesmo (ver Hebreus 12:2). Olhe somente para a cruz e nunca perderá a esperança (1 Coríntios 2:2).
Estarei em oração por sua vida e por sua mente. Deixo-lhe um texto para reflexão:
“Jesus, nosso Advogado, está familiarizado com todas as circunstâncias que nos envolvem, e trata conosco de acordo com a luz que temos e as situações em que fomos colocados [há os que foram abusados ou tiveram uma criação difícil] Alguns possuem melhor constituição [genética, física e psíquica] que outros. Enquanto uns estão continuamente atormentados, aflitos e em dificuldades por causa de seus desditosos traços de caráter, tendo de guerrear contra inimigos internos e a corrupção de sua natureza, outros não têm nem a metade dessa batalha” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, vol. 2 [Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2005], p. 74).

POR: Leandro Quadros

Muitas pessoas costumam admirar pessoas famosas. Muitos fazem dessas pessoas verdadeiros heróis e até mesmo ídolos. Vestem-se igual à eles, compram seu CDs e DVDs; quando os ídolos são cantores, decoram as músicas, enchem seus quartos de fotos, cartazes, formam fã-clubes e passam a idolatrar pessoas que conhecem apenas pelo que as revistas e os filmes contam.
Na realidade, o que verdadeiramente interessa a esse ídolo são os milhares de dólares que eles ganham às custas da ingenuidade de milhões de jovens cujos ídolos nunca saberão que esses fãs existem como pessoas, indivíduos.
Lembro-me da história de uma fã que foi assistir a um show de Rock. O vocalista da banda disse para ela subir no palco. Ela foi ao delírio, não sabia como se portar. Estádio lotado, a apresentação estava sendo transmitida ao vivo. A menina deu um beijo no cantor e alguns momentos depois estava dando entrevistas de como se sentiu. Perguntavam se ela acreditava que aquilo estava acontecendo com ela. Ela afirmou que nunca vivera nada mais emocionante. Ela disse também que o vocalista, muito ligado a questões ecológicas, era seu herói.
Como herói que eu admiro um ratinho que vive na África que é treinado para encontrar minas de guerra escondidas embaixo da terra. Esses ratos tem um tamanho maior do que os ratos comuns. Os treinadores colocam uma espécie de coleira com sensores neles, e, dois ratos podem analisar 100 m2 por dia. Mas não precisa ficar preocupado. Nada de mal acontece com os ratinhos. Eles são muito leves e não ativam nenhuma bomba que encontram, portanto, não se machucam. Quando os ratos encontram uma mina, são recompensados com bananas. Que tal? Não são verdadeiros heróis? Estes ratos já salvaram milhares e milhares de pessoas! Muito mais que um cantor de rock não acha?
Cuidado para você não idolatrar um outro ser humano como você. Não importa o talento que esta pessoa tenha, lembre-se que foi Deus que deu isto a ele (a). Assim a honra e glória tem que ser dada a Deus, e a Ele unicamente.
Na Bíblia, encontramos nosso verdadeiro herói. Jesus realmente fez a diferença na vida de bilhões de pessoas. Tem idéia do que é isto? Bilhões e bilhões de pessoas tiverem suas vidas transformadas por este herói que nos trouxe esperança e a certeza de vida eterna. 

Quem é seu herói, mesmo? Espero que não seja um cantor de rock. Bom dia!

FONTE:novotempo.com/estaescrito

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

 Deus estabeleceu o sábado para a nossa saúde física e espiritual também. Ao manter o sábado e honrá-lo desfrutar de sua bênção.
O sábado dado por Deus
1. Quando Deus estabeleceu o sábado?
Na mesma semana da criação: “E Deus abençoou o sétimo dia do trabalho que ele fez, e descansou no sétimo dia, de tudo o que tinha feito na criação”. (Gênesis 2:2).
2. Por que o sábado é um dia especial?
“Deus abençoou o sétimo dia e o santificou, porque nele Ele descansou de tudo o que tinha feito na criação”. (Gênesis 2:3).
3. Como era a santidade do sábado confirmada em um solene e permanente?
Deus confirmou no sábado como dia sagrado de descanso e de adoração, quando colocado no coração de sua Lei mandamento diz:
“Lembra-te do dia do sábado santo. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho. Mas sábado é o sábado do Senhor teu Deus. Não fazer qualquer trabalho nele … Porque em seis dias o Senhor fez o céu, a terra e o mar, e tudo que nele há, e descansou no sétimo dia. Por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e declarou-o santo. ” (Êxodo 20:8-11).
4. Em benefício de quem Deus estabeleceu o sábado?
Jesus disse: “O sábado foi feito para o homem, não o homem para o sábado.” (Mc 2, 27).
História no sábado.
5. Quantos anos tem o sábado?
No sábado, um dia de descanso e de culto é a mais antiga instituição religiosa. Ele foi ordenado no mesmo edifício. (Gênesis 2: 2,3), e era respeitado pelos patriarcas e ao povo de Israel. (Êxodo 16: 21-30).
6. O que o Novo Testamento sobre o sábado?
Jesus guardou o sábado. Um dia, Jesus foi para Nazaré, onde tinha crescido, e como era seu costume, no sábado, foi à sinagoga, e levantou-se para ler. ” (Lc 4, 16).
Após a conclusão da obra da criação, Cristo descansou no sábado, e quando concluída a obra da redenção, também descansou no sábado santo, desta vez na sepultura.
A Virgem Maria e os crentes de outras mulheres guardavam o sábado. “As mulheres que vieram com ele da Galiléia seguiram de perto, e viu o túmulo, e como seu corpo foi colocado. Fui para casa e condimentos preparados e perfumes. Mas eles descansaram no sábado, segundo o mandamento. ” (Lucas 23:55, 56).
O apóstolo Paulo guardou o sábado. Durante a semana ele trabalhava fazendo tendas, mas esse dia foi reservado para a pregação. “Como de costume, Paul … por três sábados disputou com eles sobre as Escrituras.” (Atos 18:2-3, 17:2).
7. Que dia é guardado na nova terra?
“Como os novos céus e nova terra que eu faço, estarão diante de mim, diz o Senhor, assim será a tua descendência e o seu nome. E de mês a mês e desde um sábado, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor “. (Isaías 66: 22,23).
O cristão e o sábado
8. Por que os cristãos observar o sábado?
Porque é um sinal entre Deus e o seu povo. “Santificai os meus sábados, e é um sinal entre mim e você, sabe que eu, o Senhor, vosso Deus.” (Ezequiel 20:20).
Porque Cristo guardou o sábado, e nós devemos seguir seu exemplo.
“Aquele que diz que ele é que deve andar como ele andou.” (1 João 2:6).
9. Como devem observar o Sábado Santo?
Em forma religiosa: “Se você remover o seu pé para pisar no sábado, fazer a tua vontade no Meu santo dia, e chamar o sábado um deleite, santa, gloriosa, e as vieiras …” (Isaías 58:13)
Abster-se de postos de trabalho regular. “… Você não deve fazer nenhum trabalho …” (Êxodo 20:10).
Salvar a partir de sexta-feira até pôr do sol. “De noite, a noite é você manter o seu Sabbath”. (Levítico 23: 32).
Ajudar na adoração, como fez Jesus. “Jesus veio a Nazaré, onde tinha crescido, e como de costume, no sábado fui à sinagoga”. (Lc 4, 16).
Fazer boas obras. Jesus ensinou. “É lícito fazer bem no sábado. (Mateus 12:12).
O testemunho cristão. “No sábado fomos para fora da cidade, onde assumimos que houve um lugar de oração. E sentando-se a falar com mulheres que se reuniram. (Atos 16:13).
10. Que bênção de Deus belas promessas aqueles que guardam o sábado?
“Bem-aventurado o homem que faz isso … ele mantém o sábado sem poluir ele. (Isaías56: 2).
O que devo fazer?

1. Reconheça que Deus estabeleceu o sábado como memorial da criação.
“Deus abençoou o sétimo dia e o santificou, porque nele descansou de toda a obra que tinha feito na criação” (Gênesis 2:3).
2. Reconhecer que Cristo, o Salvador é o Senhor do sábado.
“O Filho do Homem é Senhor do sábado.” (Mc 2, 28).
3. Faça todos os preparativos antes do pôr do sol na sexta-feira.
4. Fazendo todo o trabalho durante a semana para se dedicar a Deus, no sábado.
“Seis dias o trabalho, mas o sétimo dia é o sábado do descanso, santo, santo dia de reunião. Deve fazer nenhum trabalho. ” (Levítico 23:3).
5. Participar de sábado na igreja, e reverência show.
“Fiquei feliz quando disse: ‘Vamos à casa do Senhor” (Salmo 122:1).
Minha decisão:
O sábado é uma  bênção, eu estou disposto a manter a fidelidade.
FONTE:sabado.org

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