sexta-feira, 10 de outubro de 2014

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“Se alguém tem sede, venha a Mim e beba” (João 7:37).
Eduardo não se sentia muito bem. A boca estava seca, os lábios se achavam partidos, e ele sentia tanta tontura que chegava a cair frequentemente. E sempre que isso acontecia, ele ficava deveras desalentado.
Um dia ele resolveu consultar o médico. Certamente não precisava ficar nessa condição o resto da vida. Depois que o médico tomou conhecimento de seus sintomas, meneou a cabeça e disse: “Eduardo, seu problema é que você está com sede!” Eduardo ficou mais aliviado, e perguntou: “Que devo fazer?”
O médico encostou-se na poltrona.
Em primeiro lugar, você precisa notar o que o incomoda mais: se é a secura da boca, os lábios partidos ou alguma outra coisa. Digamos, por exemplo, que sejam os lábios partidos que lhe causam mais incômodo. Trate-os até ficarem curados. Lide então com alguma outra coisa. Use sua força de vontade. Isso é a chave.
Eduardo foi para casa, e depois de dizer várias vezes por dia: “Resolvi não ter lábios partidos”, achava-se em pior estado do que antes. Procurou outro médico. Este ficou comovido ao ouvir a história de Eduardo, e exclamou:
- Não posso imaginar por que os outros médicos não lhe contaram a verdade! O que você precisa fazer quando está com sede é tomar água!
- Água? Perguntou Eduardo. Isso parece ser bom! Onde posso encontra-la?
- Ela vem do poço – respondeu o médico.
Eduardo retirou-se apressadamente e começou a cavar um poço. Dentro de pouco tempo faltaram-lhe as forças. Era evidente que iria morrer antes que pudesse cavar até atingir a profundidade suficiente. Soube então da boa-nova de que já fora cavado um poço. Só teria de falar com o dono do poço, e ser-lhe-ia concedida toda água de que necessitasse. Eduardo foi até o poço e aceitou a dádiva que lhe foi feita. Agora ele percorre aquela região, transmitindo a todos a agradável notícia.
Em nossa vida cristã, quantos de nós desperdiçamos muito tempo procurando vencer os sintomas do pecado e obter a água da vida por nós mesmos! Quando compreendemos que o uso apropriado de nossa vontade é chegar-nos a Cristo, o qual faz o convite: “Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida”, alcançaremos a vitória que em vão procuramos obter por nossas próprias forças. Não precisamos cavar o poço – ele já foi cavado. Tudo que temos de fazer é dirigir-nos a Cristo e aceitar as riquezas de Sua graça.
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-> Autoria: Morris Venden          fonte: novotempo.com/amiltonmenezes

domingo, 24 de agosto de 2014

sorrir-beneficios-saude-vida-e-saude
Sorrir é o melhor remédio. E já existem razões científicas para isso. Um estudo da Universidade Loma Linda, na Califórnia (EUA), aponta que o riso aumenta a produção e a atividade no organismo das células NK (do inglês, Natural Killers), responsáveis por destruir vírus e até tumores presentes no organismo como o câncer.
Como se isso não fosse o bastante, o riso também pode diminuir o risco de problemas cardíacos, aumentar os níveis de HDL (colesterol bom), e até prevenir o aparecimento das temidas rugas! Além disso, um estudo da Universidade Wayne, em Michigan, nos Estados Unidos, mostrou que quanto mais largo o sorriso de uma pessoa, maior pode ser a sua expectativa de vida.
Confira outros benefícios de sorrir mais para a saúde:
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Rir faz bem ao coração

O riso pode ser um dos fatores para reduzir doenças cardíacas, segundo estudo da Universidade de Loma Linda, na Califórnia (EUA). Os pesquisadores analisaram dois grupos de pessoas que haviam sofrido um ataque cardíaco. Um dos grupos foi estimulado a assistir vídeos de humor durante 20 minutos diariamente. Após um ano, eles apresentaram queda de 66% da proteína C-reativa, um marcador da inflamação e do risco de problemas cardiovasculares. No outro grupo, a queda dessa substância foi de apenas 26%. Mostrando assim, que as pessoas que riram mais tiveram o risco de problemas cardíacos reduzido significativamente.
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Colesterol lá em baixo

Em outro estudo, os pesquisadores da Universidade de Loma Linda acompanharam 20 pacientes diabéticos com altas taxas de colesterol ruim no sangue, sendo que todos usavam remédios para controlar esses problemas. Metade desses pacientes continuou com o tratamento padrão, enquanto a outra metade, além de tomar a medicação, assistia a filmes de comédia diariamente, durante 30 minutos. Após um ano, o grupo que foi estimulado a rir mais elevou seus níveis de HDL (bom colesterol) em até 26%. No grupo de controle o aumento foi de apenas 3%.
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Antirrugas natural

Ao dar boas risadas, nós movimentamos 12 músculos faciais e, em uma gargalhada são movimentamos 24 músculos faciais. Quando conversamos e gargalhamos ao mesmo tempo, então, são 84 músculos. Todo esse exercício facial estica a pele, retardando o aparecimento de rugas.
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Exercite-se rindo!

Uma boa gargalhada pode ser tão boa quanto a prática de exercícios físicos, de acordo com pesquisa da Universidade de Loma Linda. Isso porque ela estimula a circulação, produz endorfina e também movimenta músculos não somente do abdome, mas também das pernas, braços e pés. Os pesquisadores afirmam que o riso pode ser inclusive a chave para a saúde de idosos que não conseguem praticar atividades físicas.
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E agora, está esperando o que pra abrir esse sorriso?

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“E eis que Lhe trouxeram um paralítico deitado. Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Tem bom ânimo, filho; estão perdoados os teus pecados.” Mateus 9:2
Jerônimo era um bom esposo e pai exemplar, mas não aceitava a Jesus. A esposa, dona Joana, dizia que a única coisa que faltava para que o lar fosse realmente feliz, era que Jerônimo decidisse entregar a vida a Cristo. Mas os anos passavam e Jerônimo não tomava a decisão. Era um homem correto, um cidadão cumpridor de seus deveres, assistia de vez em quando aos cultos da igreja, mas nunca respondera a um apelo para aceitar a Jesus e unir-se ao povo de Deus.
Um domingo de manhã, enquanto ele e a família se preparavam para um  passeio, foi surpreendido por uma dor horrível na cabeça. Levaram-no ao hospital e o diagnóstico foi: derrame cerebral.
Quando saiu do hospital estava todo deformado, não conseguia andar por si só, e teve que usar uma cadeira de rodas para ser transportado de um lado para outro. Foi nessas circunstâncias que ele aceitou a Jesus e pediu o batismo.
Numa tarde sábado, o pastor Alejandro Bullón batizou Jerônimo. Dois diáconos carregaram-no para entrar nas águas do batismo. Podia ter chegado por seus próprios meios, com os próprios pés, mas adiou a decisão e quando a tomou foi preciso ser levado ao tanque pelos amigos.
No verso de hoje encontramos uma situação parecida. “Eis que lhe trouxeram um paralítico deitado”. Tratava-se de um homem que havia vivido numa vida de pecado. Não era esta a primeira vez que sentira o convite de Cristo. Quando ainda estava fisicamente bem, ouvira muitas vezes a voz do Espírito Santo trabalhando em seu coração. Mas estava completamente amarrado a vícios. Era uma situação que o envolvia por todos os lados. Alguma coisa, lá dentro, lhe dizia que não podia brincar com o pecado, que a vida que estava vivendo não o levaria a nenhum lugar bom, que estava cavando sua própria sepultura. Mas quem entra na roda do pecado não sai nunca, a menos que voluntariamente permita que Cristo opere um milagre.
O resultado da vida pecaminosa desse homem começou logo a se manifestar em sintomas físicos. A paralisia começou a tomar conta do corpo e ficou prostrado no leito do sofrimento. Em meio à dor e ao desespero de sentir-se inútil, era atormentado incessantemente pela culpa. Foi aí que acordou para as coisas espirituais e manifestou a decisão de aceitar a Jesus. Só que há não podia mais ir a Jesus por suas próprias forças, foi preciso que outras pessoas o levassem. Mas foi. E o milagre aconteceu. Jesus perdoou seus pecados e ele voltou para casa andando.
Irá você a Jesus andando com os próprios pés? Ou esperará que chegue o dia em que sejam outros que o levem? A decisão é sua, e tem que ser agora.
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-> Autor: Alejandro Bullon
-> Narração: Amilton Menezes

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“Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova, que está saindo à luz” (Isaías 43:18 e 19).
Frank Deford ficou devastado pela morte da sua filha Alexandra. A fibrose cística ceifara sua vida aos 8 anos de idade. Vários meses depois do enterro, o assunto de uma possível adoção veio à tona. Talvez os Deford pudessem adotar outra menina. Chris, o filho, achou que aquela era uma boa ideia. Mas Frank relutava. Certamente dar um lar para uma criança necessitada era uma boa coisa, mas Frank nem podia pensar em trazer uma estranha para ocupar o lugar de Alexandra. Não parecia justo. Ninguém nunca poderia substituí-la naquela casa.
Mas, uma noite, a esposa de Frank fez uma observação: “Sabe, se quiséssemos ter um bebê, é pouco provável que o pudéssemos conseguir aqui nos Estados Unidos. Ele teria que vir de algum país distante.” Sim, Frank entendia isto. Então sua esposa perguntou: “Lembra-se da oração de Alexandra?” Sim, Frank se lembrava. Sua filha sempre orava: “Deus, por favor, cuida do nosso país, e traga algumas pessoas necessitadas para o nosso país!”
Lágrimas brotaram dos olhos de Frank. Agora ele entendeu. Uma criança adotada não iria substituir Alexandra, mas seria a resposta para a oração dela. Em poucos meses, os Deford, com muita alegria, receberam em seu lar uma preciosa menina vinda das Filipinas. Agora, eles podiam seguir em frente e reconstruir a vida.
Podemos ficar presos na dor do passado, ou partir para novos começos. Novos começos não ignoram nem apagam o passado, mas nos levam para além da dor devastadora. O passado é um professor, mas não é nosso senhor. Alguém disse, com muita propriedade: “Você nunca poderá correr para frente olhando para trás.”
A cada manhã, Deus nos convida para um novo começo. Frank Deford e sua esposa começaram de novo. Sua filha adotiva não substitua as Alexandra, mas trouxe-lhes uma nova alegria. Eles descobriram que as misericórdias de Deus “não têm fim”, e que elas “renovam-se cada manhã”.
Podemos descobrir este Deus de novos começos em nossa vida também. Podemos libertar-nos dos nossos erros passados. Podemos começar outra vez. Que hoje seja o seu dia de um novo começo.
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-> Autor: Mark Finley
-> Narração: Amilton Menezes

domingo, 1 de junho de 2014

fracassoPode Deus usar até mesmo os nossos fracassos, fazendo-os concorrer para o nosso bem último? Sim! Considere o caso de Marcos. Ele desistiu de ser missionário. Não aguentou os rigores das viagens missionárias de Paulo. Foi para casa como um fracasso. Mais tarde, querendo Barnabé levar o jovem na aventura missionária, Paulo recusou-se. Surgiu uma desavença entre Paulo e Barnabé sobre o que fazer com Marcos. Finalmente, Barnabé pegou Marcos e foi para Chipre.
Ficamos a imaginar o que aconteceu com Marcos sob o ministério de cura de Barnabé. O nome Barnabé significa “filho da consolação”. É exatamente isso o que ele foi para Marcos. Ele o tirou do seu fracasso e o levou de volta à fé. Deus não havia desistido de Marcos; nem tampouco o faria Barnabé. Chegada a hora certa e Marcos estando pronto, Pedro assumiu o ministério da reconstrução.
O grande pescador sabia o que era falhar para com o Senhor e receber nova oportunidade de recomeçar. Por causa de sua própria experiência, ele pôde oferecer coragem e esperança ao jovem Marcos. Deus estava operando os planos e propósitos que tinha para Marcos. Com Pedro, Marcos aprendeu em primeira mão a vida, a mensagem e o ministério de Cristo. Mais tarde, baseado nos relatos de Pedro, Marcos escreveu o segundo evangelho, um registro para a igreja primitiva do que Cristo fez e disse como Salvador. Isso não teria sido possível se ele houvesse permanecido com Paulo. O Senhor usou um desapontamento profundo a fim de dar-nos o Evangelho de Marcos. E, com o tempo, Marcos e Paulo se reconciliaram.
Que lição podemos tirar dessa história? Podemos confiar nossos fracassos ao Senhor? Conseguimos crer que uma mágoa levou a uma esperança? O desafio é confiar ao Senhor os nossos fracassos. Ele pode conduzir-nos para uma direção nova, que de outra forma jamais teria sido possível. Que Senhor espantoso! Henrieta Mears disse, certa vez: “Fracasso não é pecado. Descrença o é”
 (Escrito por Lloyd Ogilvie)

Um homem só é completo quando tem uma mulher que é feliz ao seu lado. Por isso, descubra como pequenos atos podem ajuda-lo nesta conquista.
1. Dê Atenção- A sua atenção é a maior prova do seu interesse e amor por ela. Seja um bom ouvinte e não um senhor “concerta tudo”.
2. Seja Romântico – Abrace-a, diga palavras carinhosas em todas as circunstâncias e não só nas horas íntimas. Lembre-se: romantismo nem sempre deve terminar em sexo.
3. Namore Sua Esposa – Lembre-se do tempo de namoro. Dê preferência a ela nas atividades da vida. Coloque-a em primeiro lugar e ela lhe dará a primazia.
 4. Seja Cooperativo – Quer marcar pontos importantes na conquista de um bom relacionamento? Então, ajude sua esposa nas tarefas do lar. Encare isto como um investimento. Ele voltará, em forma de gratidão, paz, carinhos e valorização.
5. Seja Sacerdote - O homem é o sacerdote da família, busque um momento durante o dia para reunir a família para a adoração.
 6. Seja Criativo - Pense em maneiras de criar situações em que você possa ficar a sós com ela. Crie pequenas coisas que a torne mais feliz. Não pense de forma prática ou racional, mas encha seu romantismo de criatividade.
 7. Não Deprecie Sua Mulher - Nunca fale mal da sua mulher, muito menos em sua rodinha de amigos. Caso não tenha nada de bom para falar (o que é improvável), fique calado. Quem valoriza o cônjuge, se valoriza.
 8. Pense Mais na Casa – O lar é uma extensão da personalidade da mulher. Converse mais sobre o lar e os filhos e ajude-a dentro das possibilidades a tornar a casa o mais confortável possível.
 9. Converse Para Decidir – Converse com sua esposa para tomar decisões. Ela é mais intuitiva e pode ajudar a enxergar coisas que você não veria.
 10.Evite Ser Negativo – 90% das coisas que falamos em casa são negativas. Incentive os pontos positivos. A comida bem preparada, o trabalho bem executado, em tudo você poderá encontrar um motivo para valoriza-la.
 11. Procure sempre a orientação de Deus - Nunca esqueça de uma coisa: Onde Deus está, há paz, amor e união, portanto, um relacionamento para ter verdadeiro sucesso, precisa da atuação Dele em todos os aspectos. Faça isso acontecer por meio da oração, leitura dos conselhos bíblicos e fundamentalmente tratando seu companheiro da maneira que Jesus tratava as pessoas. Ele as amava verdadeiramente!
 (Autoria atribuída a Ronaldo Pacífico)

beco_sem_saidaJairo era um homem rico, poderoso, culto, inteligente e famoso. Tinha aparentemente tudo que um homem precisa para ser feliz. Mas vivia atormentado por um problema que se tornava insolúvel à medida que o tempo passava. Sua filhinha estava condenada à morte pela ciência médica de seus dias. Não havia solução humana para seu estado. O dinheiro, o poder e a cultura de nada lhe serviam. Estavam num beco sem saída. Naquele tempo, andava pela Galiléia um homem chamado Jesus. Multidões O procuravam. Na Sua presença cegos enxergavam, paralíticos andavam, leprosos eram curados. Todos eles chegavam até Jesus com saúde quebrantada e os sonhos feitos em pedaços. E retornavam para casa em paz e com uma nova dimensão da vida.
Alguma coisa falava lá no fundo do coração de Jairo que sua única esperança estava em Jesus. Mas ele não podia alimentá-la. Geralmente, os que O seguiram eram ladrões, prostitutas, leprosos e miseráveis. Como ele, poderoso, inteligente e culto, podia juntar-se ao povo simples e correr atrás de Jesus?
Os dias passavam e a menina entrou em estado de coma. Ao ver sua filha morrendo, Jairo não resistiu mais. Procurou Jesus, caiu aos Seus pés e disse: “A minha filha está morrendo! Venha e ponha as mãos sobre ela para que sare e viva!”
Você percebeu? Jairo não pede ajuda. Jairo não deixa o problema nas mãos de Jesus, não diz “seja feita a Tua vontade”. Jairo ordena. Afinal de contas, líderes foram feitos para dar ordens, para comandar, para mostrar o caminho. Líderes não se submetem, não seguem, não suplicam. Mas, no relacionamento com Jesus, as coisas são diferentes: você não é o maior quando comanda, você cresce quando é comandado.
Veja Jairo, de joelhos, querendo dirigir Jesus. Podem os homens ajoelhar-se e estar, inconscientemente, querendo dizer a Deus como é que as coisas devem ser feitas? Jesus não discutiu com Jairo. Foi com ele. Mas demorou. E quando Jesus demora é porque tem para nós algo maior. A filha de Jairo morreu e esse foi o início da experiência que realmente conta na vida dele. A sua filha morreu, e ele renasceu.
Depois da morte da filha, Jairo não comanda mais, é comandado. Não dirige mais, é dirigido. Não é ele quem leva Jesus pelo braço. Jairo coloca a mão no braço poderoso de Jesus e é levado por Ele. A filha estava morta, mas Jesus entrou e a filha ressuscitou, porque Ele é a vida.
Que grande dia para o líder. De manhã procurou Jesus, buscando uma cura. Jesus demorou, mas ao anoitecer lhe deu uma ressurreição.
Comandar ou ser comandado No reino de Deus, as coisas são diferentes. É quando o grão morre que renasce transformado em muitos grãos; é fazendo-se pequeno que se cresce; é morrendo que se vive. (Escrito pelo Pr. Alejandro Bullón)


Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Por quê?”
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta
satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me
senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso
filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar
meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio” – disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então, quando eu a carreguei para fora da casa, no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram
constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio” Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da
casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto,
seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse “Todos os meus vestidos estão grandes para mim”. Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso… ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração….. Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Pai, está na hora de você carregar a mamãe”. Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos
segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o
meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: “Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo”.
Eu não consegui dirigir para o trabalho… fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia… Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela “Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar”.
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti.” Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta
de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe”.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe”.
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama – morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio – e prolongou a nossa vida juntos
proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, do seu marido, façam pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Um casamento centrado em Cristo é um casamento que dura uma vida toda.
(Recebi o texto acima, por e-mail. Não sei quem escreveu. Acho, também, que pouco importa se é um relato real ou fictício. Por isso resolvi publicar aqui. Se salvar do divórcio um casamento fragilizado, terá valido a pena).

Talvez os mais pesados sejam os anos em que uma família enfrenta constantemente várias crises. Os bebês que balbuciavam, crescem e tornam-se adolescentes desafiadores e de pensamentos independentes. O ambiente protetor do lar é rompido pela escola, pelos novos amigos, por filosofias estranhas, por problemas financeiros, doenças, acidentes, problemas difíceis, decisões constantes e agendas apertadas… e não é difícil sentir a pressão que aumenta – especialmente quando você acrescenta a isso os namoros, novas amizades na família, a ida à universidade, as conversas sobre casamento e a saída de casa. Uau! E o que Deus diz sobre esses anos? …
O Senhor diz que serão “abençoados”. Nós dizemos: “felizes”. Estará tudo bem conosco durante esses anos… Na família retratada nesta tela espiritual, “o Senhor” ainda é o tema central…
Mesmo antes de você terminar, pode ser a ocasião certa para encarar a verdade com respeito à sua família. Preciso ser honesto com você. Na maioria dos conflitos familiares que tratei, que envolviam problemas com adolescentes, o conflito era mais com os pais, que eram excessivamente liberais e permissivos ou então inflexíveis, distantes, rígidos demais (e algumas vezes hipócritas) do que com adolescentes, que não queriam cooperar. Quando o modelo é como deveria ser, dificilmente há muito problema por parte daquele que cresce à sombra de seu líder. O fortalecimento de seu controle da família pode começar com uma avaliação sincera e a berta do tipo de liderança que a sua família deve seguir. (Extraído da obra Strengthening Your Grip, de Charles Swindolll.)
REFLITA: Você espera ansiosamente o momento de ir para casa no fim do dia, ou teme esse momento? Deus é o cabeça de sua família? Ore diariamente por sua família. Memorize um salmo favorito da família. Estudem a Bíblia juntos. Pela manhã e/ou à noite. Invista no que vale a pena!

Mesmo que a esperança em uma solução para seu casamento pareça perdida, ame seu cônjuge.
O amor e o respeito exigidos na Bíblia entre o marido e a esposa não se baseiam em “se você quiser” ou “se seu cônjuge merecer”. Baseiam-se em obedecer a Deus, porque Ele derramou amor em nosso coração. Deus nos ama, mesmo quando erramos ou decepcionamos. Ele nos ama, mesmo quando nos esquecemos de retribuir Seu amor e deixamos de passar algum tempo em Sua presença. Ele diz que devemos amar os outros, mesmo quando os outros não nos amam. “Se vocês amarem aqueles que os amam, que recompensa vocês receberão?” (Mateus 5:46). Devemos amar sempre por causa do amor incondicional de Deus derramado em nosso coração.
Se tudo parece perdido aos olhos humanos, experimente orar. Deus é especialista no impossível.
Ore:
Senhor, entrego meu casamento a Ti. Que ele seja tudo aquilo que desejas. Mesmo em tempos de sofrimento ou dissensões, creio que És poderoso para guardar o que te confiei. Oro para que ajudes meu marido (esposa) e eu a nunca perdermos a esperança, principalmente em nosso casamento.
Ajuda-nos a crescer na fé – fé em Ti e um no outro. Ajuda-nos a depositar nossa esperança em Ti, porque És o nosso auxílio e proteção. “Esteja sobre nós o Teu amor, SENHOR, como está em Ti a nossa esperança” (Salmo 33:22). Capacita-nos a herdar tudo o que tens para nós, porque temos esperança no coração.
Senhor, oro para que sempre tenhamos paciência para esperar que administres nossa vida e nosso casamento. Eu te agradeço porque foste crucificado e ressuscitaste dentre os mortos, e temos esperança que ressuscitarás qualquer coisa em nossa vida, mesmo que esteja morta e sem nenhuma esperança.
Ajuda-nos a não desistir um do outro, mas, ao contrário, que a perseverança tenha ação completa em nós, e só assim seremos maduros e íntegros, sem nos faltar coisa alguma. Ajuda-nos a livrar-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, para que “corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé. Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz” (Hebreus 12:1-2). Ajuda-nos a manter os olhos fixos em Ti. Oro em nome de Jesus, amém!
(Texto adaptado de Stormie Omartian)

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