quarta-feira, 25 de julho de 2012

Jonas: Correndo com Deus
“A Palavra do SENHOR veio a Jonas pela segunda vez com esta ordem: Vá à grande cidade de Nínive e prega contra ela a mensagem que eu lhe darei”. Jonas 3:1-2 NVI
Jonas havia corrido de Deus, foi preciso que o SENHOR corresse atrás do profeta para resgatá-lo com uma violenta tempestade e um grande peixe. O Salvador vai nos buscar no fundo do poço, no fundo do mar, no ventre do peixe, para nos colocar novamente em terra firme.
Servimos a um Deus Salvador, mas que também é o Deus da SEGUNDA CHANCE. Nunca pense que só porque fracassou, Deus o colocou de castigo, ou esqueceu de você. Adão e Eva desobedeceram comendo do fruto proibido, Deus ofereceu uma segunda chance.
Sansão caiu em pecado, mas Deus lhe deu uma segunda chance (talvez mais!) e ele agarrou os dois pilares da oportunidade. Infelizmente, as pessoas têm dificuldades em dar uma segunda chance, mas Deus é misericordioso, está pronto a perdoar mais que 70 vezes 7.
“Todavia, lembro-me também do que pode me dar esperança: Graças ao grande amor do Senhor é que não somos consumidos, pois as suas misericórdias são inesgotáveis. Renovam-se cada manhã; grande é a sua fidelidade!” Lamentações 3:21-23
Deus sempre dará uma nova chance, mas Sua palavra continuará sendo a mesma, não é nada nova, é a mesma mensagem de antes: “Vá à grande cidade de Nínive”. Talvez, Jonas desejasse ouvir uma outra palavra, uma nova missão, um novo evangelho, porém a Palavra do Senhor não muda!
Alguns dão importância apenas à palavra de determinado pastor; outros estão interessados em promover a crença na sua própria mensagem, ou interpretação particular da Bíblia; alguns poucos preferem a proposta de um novo evangelho, mais contemporâneo, adaptado à realidade de um mundo pós-moderno.
“Jonas obedeceu à palavra do SENHOR e foi para Nínive” (Jonas 3:3). O profeta havia saído do ventre do peixe como um homem mudado, suas roupas podiam estar sujas de suco gástrico, algas marinhas, mas ele estava limpo – Coberto pela pura justiça de Cristo!
Nínive era a capital da Assíria com uma população de 120 mil pessoas, numa área que leva três dias para ser percorrida. Um grande centro urbano com muralhas por todos os lados. Os ninivitas eram conhecidos pela crueldade nas batalhas, temidos, a ponto de certa ocasião uma cidade inteira suicidar, em lugar de cair nas mãos deles!
A cidade inteira creu na Palavra do Senhor que o profeta levou, o instrumento era Jonas, mas a mensagem era de Deus e produziu arrependimento, mudança em todos os moradores.
Assim como o Senhor deu uma segunda chance ao profeta, Ele também estava disposto a dar uma segunda chance para Nínive.
Assim como houve arrependimento do profeta, houve também arrependimento da cidade. Note a mudança na vida dos ninivitas: (ver Jonas 3:5-8)
a) Acreditaram em Deus.
b) Decretaram um jejum.
c) Vestiram-se de pano de saco.
d) Tornaram-se pessoas de oração.
e) Deixaram seus maus caminhos e violência.
Desde o palácio, até a mais humilde casa de Nínive, todos mudaram de vida. A mudança de coração resultou na mudança de atitudes e comportamento. Andar com Deus muda a vida das pessoas e daqueles outros que temos contato diário.
Reflita sobre isso, e tenha uma ótima semana!
Texto cedido por: Álvaro Martinho da Silva / Pastor IASD Central Belém/PA

Jonas: Correndo à Frente de Deus
“Deus se arrependeu e não destruiu como tinha ameaçado. Jonas, porém, ficou profundamente descontente com isso e enfureceu-se.” Jonas 3:10 e 4:1
Por que existe o capítulo 4 de Jonas? Ele foi salvo da tempestade, resgatado por um enorme peixe, uma nova oportunidade foi dada e toda a cidade de Nínive convertida!
Havia um grande problema para Deus: O profeta Jonas era o PROBLEMA.
Jonas via as coisas de um ponto de vista meramente humano e legalista, não morreu pela tempestade, nem foi dissolvido pelo suco gástrico do peixe, mas poderia morrer de ressentimento. Estava muito preocupado consigo e sua reputação como profeta.
O egoísmo encolhe a alma, transforma o homem num anão espiritual. Jonas tornou-se tão pequeno que achou melhor morrer do que viver. Novamente ora a Deus, apenas há 40 dias depois de sua oração no ventre do peixe.
Deus trata o profeta com bondade e paciência, não o condena em suas reclamações.
O grande interesse do profeta ainda era com ele mesmo, e não com os novos conversos da cidade. Muitas vezes ficamos vendo o pecador se atolar no pecado e nada fazemos para ajudar, parece até que alguns numa torcida para identificar o primeiro deslize….
Jonas saiu da cidade quando mais se precisava dele, buscou um lugar estratégico para assistir de camarote à destruição de Nínive, vibrando com a justiça de Deus! Inclusive, um pequeno arbusto cresceu produzindo sombra refrescante para que tudo que pudesse acontecer fosse “filmado” sem desconforto. Mas o verme que surgiu e destruiu a planta, acabou com a confortável e refrescante sombra. Deus estava despertando-o para os verdadeiros valores da vida.
Jonas ficou novamente zangado, mas o Senhor respondeu ao profeta:
“Jonas, o arbusto não é nada. Os ninivitas valem mais que milhões de arbustos, eu os amo também.” Você tem estado muito ocupado cuidando dos arbustos da vida?

Jonas: Correndo para Deus
“Dentro do peixe, Jonas orou ao Senhor, o seu Deus.” Jonas 2:1
A princípio Jonas pode ter conseguido se agarrar em algum caixote flutuante que tinha sido lançado ao mar. Ele pode ter pensado que pudesse se salvar agarrando em alguns dos engradados e tábuas flutuantes.
Deus usou um grande peixe para preservar o Seu profeta fugitivo. Ele não queria matá-lo, Ele queria salvá-lo. A salvação em Cristo é simbolizada no “grande peixe” que veio ao encontro de Jonas, que nos procura no meio das tempestades da vida no seu devido tempo e maneira.
O ventre de um grande peixe não é um lugar feliz para se viver, mas era um lugar para aprender. Não aprendemos muitas lições espirituais no topo da montanha, infelizmente aprendemos melhor nas profundezas escuras de um vale.
Muitos não acreditam na história de Jonas e o grande peixe. Atribuem a história a uma parábola, ou fantasia da mente humana, lançam o livro de Jonas ao mar. Por que será que sempre queremos oferecer uma explicação para os milagres de Deus?
A oração muda às coisas, principalmente muda a nós mesmos!
Na oração do capítulo 2, o profeta citou 12 frases diferentes do livro de Salmos, ele possuía a Palavra do Senhor escondida no coração, e no momento de crise a Palavra o salvou.
Se você foi engolido pelas dificuldades gigantescas da vida, não lhe permita ter pena de si mesmo, lembre-se de orar a Deus. Deus pode escutá-lo e providenciar a solução.
“Mas eu, com um cântico de gratidão, oferecerei sacrifício a Ti.” Jonas canta no ventre de um grande peixe, no profundo do mar.
“Em tudo dai graças, pois esta é a vontade de Deus para vós em Cristo Jesus.” 1 TS 5:18. Quando você começar a cantar e louvar a Deus na escuridão, as dificuldades desvanecer-se-ão. Geralmente, não somos agradecidos pelo ventre do peixe, mas podemos agradecer NO ventre do peixe!

Dia 28/07/12, a partir das 16H, na IASD Quixabeira II linda festa Batismal onde a irmã Suzana estará selando sua fé mediante o Batismo!

sexta-feira, 13 de julho de 2012


Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. 1 Timóteo 6:9.
Satanás tem redes e laços, como os laços do passarinheiro, todos preparados para apanhar as pessoas. É estudado desígnio seu que os homens empreguem as forças que lhes foram dadas por Deus para fins egoístas, de preferência a entregá-las para a glória de Deus. Deus deseja que os homens se empenhem em trabalho que lhes traga paz e alegria, e lhes produza proveito eterno; Satanás, porém, quer que concentremos nossos esforços no que não aproveita, nas coisas que perecem com o uso.
A glória do mundo por vir é eclipsada pelas coisas corruptíveis da Terra. “Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.” Mateus 6:21. Vossos pensamentos, vossos planos e motivos, terão o molde terreno, e vossa mente será contaminada pela cobiça e o egoísmo. “Que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?” Marcos 8:36. Vem o dia em que os ídolos de prata e ouro serão lançados às toupeiras, e os ricos chorarão e prantearão pelas misérias que sobre eles hão de vir. …


Para realizar a Sua obra, a Sua obra estranha, e para executar o Seu ato, o Seu ato inaudito. Isa. 28:21.
O livro Bitter Harvest [Amarga Colheita] fala de um empregado de uma firma de grãos em Michigan que, inadvertidamente, pegou um veneno mortal, e achando que fosse um complemento vitamínico, misturou-o com os grãos. Os grãos envenenados contaminaram o gado, as galinhas e os porcos de muitas fazendas. Os fazendeiros não tiveram escolha a não ser isolar os animais contaminados, sacrificá-los e queimar os corpos para evitar que a contaminação se espalhasse. Eles sabiam que se não destruíssem os animais, toda a indústria de gado de Michigan estaria ameaçada.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Por:Steve Case
Podemos dançar? Sim, diz a maioria da juventude adventista interrogada na América do Norte. Não, diz a maioria dos adultos.
O estudo Valuegenesis, patrocinado pela Divisão Norte-Americana, confirma esta dicotomia em atitudes entre membros jovens e adultos.1 Uma parte dessa pesquisa tratou do modo em que a juventude adventista vê questões de estilo de vida. Pela análise de fatores, os pesquisadores descobriram que estas questões compreendiam três grupos. O primeiro grupo, chamado "Drogas", tratou de normas da igreja sobre drogas ilegais, tabaco, cerveja, álcool e vinho. O segundo grupo, "Cultura Adventista", incluía normas próprias dos adventistas -- tais como a observância do sábado, carnes imundas, exercício diário, sexo somente dentro do casamento, e vestuário modesto. O terceiro, "Cultura popular", incluía jóias, bebidas cafeinadas, música rock, dança e freqüência ao teatro.
A pesquisa revelou que a maioria da juventude adventista cria firmemente nos dois primeiros grupos, mas só uma minoria cria no terceiro. Os pais obtiveram notas melhores, mas questionaram as mesmas normas que os jovens. Professores adventistas revelaram a mesma tendência. Diretores de escolas tiraram notas um pouco mais altas que os professores, mas mostraram atitude semelhante. Os pastores obtiveram a nota mais alta de todos os grupos, mas revelaram a mesma tendência, mostrando que eles questionam as mesmas normas que os diretores, professores, pais e jovens (ver o gráfico).
Considere o cinema, por exemplo. De acordo com este estudo, a maioria dos adventistas na América do Norte vai ao cinema e somente 18 por cento da juventude adventista diz que ser adventista subentende não freqüentar cinema.2 Com o comportamento tendendo a se tornar um hábito, ordenar uma mudança provavelmente exacerbará o problema em vez de corrigi-lo. O melhor caminho é um estudo cuidadoso, reflexão reverente e diálogo aberto.
Princípios e aplicações
Talvez devêssemos começar com uma distinção entre princípios e aplicações. Sempre que há confusão sobre um princípio e sua aplicação, há necessariamente desacordo sobre normas e estilo de vida. Princípios são eternos e transcendem culturas. O que é verdadeiro para uma geração ou grupo de pessoas é igualmente verdadeiro para outro. Por exemplo, a maioria em quase todas as culturas através da história teve a modéstia em alta estima. A modéstia é um princípio.
Mas princípios são conceitos teóricos. Precisam ser vividos e aplicados à vida real. Tais aplicações requerem interpretação do princípio, e interpretações podem mudar de uma geração para outra, e de uma cultura para outra. Por exemplo, uma geração pode considerar um estilo de roupa de banho imodesto, ao passo que outra geração, não. Ambas as gerações podem concordar com a importância do princípio de modéstia, mas discordar quanto à aplicação do princípio. Uma cultura pode considerar andar descalço em público como imodesto, ao passo que outra nada vê de errado.
Embora seja possível que algumas aplicações de princípios sejam as mesmas de geração em geração ou de uma cultura a outra, não devíamos esperar que este seja o caso, especialmente numa sociedade pluralística na qual mudança parece ser a única constante.
Muitos adventistas têm dificuldade em distinguir entre princípios bíblicos e aplicações. É como se durante gerações aprenderam e memorizaram aplicações específicas de princípios bíblicos sem jamais dar-se conta dos princípios que jazem à base dessas aplicações. Se perguntarmos a tais adventistas por que insistem em uma aplicação particular, talvez não possam dar uma resposta convincente. O resultado? Assumir a defensiva ou abandonar práticas antes aceitas.
Porque os tempos mudam, as aplicações de uma geração podem ser inadequadas para a geração seguinte. Contudo, o princípio bíblico devia permanecer firme. Muitos membros querem respostas atalhadas. Reclamam critérios fáceis para a aplicação. Por exemplo, querem saber se certo grupo musical, ou mesmo um canto pelo grupo, é aceitável para adventistas. Um simples "Sim" ou "Não" pode ser rápido, mas dificilmente leva a uma decisão cuidadosa baseada em princípio. É mais provável que os que levantam a questão comparem a opinião pessoal deles com a aplicação verbal sua. Como resultado, você pode ser pego discutindo sobre a aplicação em vez de ir à raiz da questão, que é o princípio.

Por: Niels-Erik Andreasen
Em 1915, com 87 anos de idade, Ellen G. White faleceu em sua casa, em Elmshaven, Deer Park, Califórnia. As últimas palavras registradas como tendo sido proferidas por essa serva de Deus foram: “Eu sei em quem tenho crido.”
Quão bem conhecemos nós o Deus em quem cremos? A pergunta é importante e muito pessoal. Creio que podemos conhecer a Deus, mas conhecer a Deus não significa que nós O compreendemos. Ter um profundo conhecimento pessoal de Deus significa que nos sentimos seguros em Sua presença e buscamos Sua companhia. Deixe-me falar sobre três coisas que cheguei a conhecer de Deus por meio de minha própria experiência.
*Deus é meu Criador *A vontade de Deus para minha vida *Deus Me Ama

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Estaria a Internet preparando o caminho para os últimos acontecimentos?

Existem claras evidências de que um processo de globalização precedeu a primeira vinda de Cristo e que um processo semelhante haveria de ocorrer também antes de Sua segunda vinda.

Com respeito à primeira vinda de Cristo, Ellen White declara em sua obra O Desejado de Todas as Nações, capítulo 3 ("A Plenitude dos Tempos"), que (1) as nações da época "estavam unidas sob o mesmo" império romano; (2) "falava-se vastamente" a língua grega, amplamente reconhecida como "a língua da literatura"; e (3) "fazia séculos que as Escrituras haviam sido traduzidas para o grego".


O livro do Apocalipse esclarece que, antes da segunda vinda de Cristo, haveria uma globalização do erro (ver Apoc. 13:11-18) e da verdade (ver Apoc. 14:6 e 7).

Importantes mudanças políticas, econômicas, sociais e religiosas estão preparando o cenário para essa globalização. Mas não podemos desconhecer o fato de que a polarização final da raça humana entre a verdade e o erro tem sido facilitada pela popularização da imprensa, do telefone, do rádio, da televisão e, mais recentemente, da Internet.

Em realidade, a Internet tem disponibilizado no lar e no escritório daqueles que têm acesso à "www" (World Wide Web) tudo o que de bom e mau existe no âmbito das informações.

No aspecto positivo, a Internet tem agilizado significativamente a comunicação interna e externa da igreja a um custo bem mais baixo do que o do telefone convencional.

A igreja tem se valido da Internet para disponibilizar materiais para uso interno, incluindo respostas às questões com as quais os membros da igreja se defrontam hoje.

Importantes sites têm sido estabelecidos para que o "evangelho eterno" possa ser logo proclamado a todos os "que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua e povo" (Apoc. 14:6).

Desta forma a mensagem adventista pode ser levada a certas regiões do mundo onde os preconceitos religiosos impedem o uso de outros meios de comunicação de massa.

Mas assim como a Internet tem facilitado positivamente a pregação do evangelho, ela também tem sido um dos agentes mais eficazes de globalização do erro e do mal. Inúmeras pessoas, e mesmo professos cristãos, estão acessando sites que estimulam o sensualismo e a imoralidade (ver Mat. 5:27-32).

Muitas das 34 mil denominações cristãs hoje existentes no mundo também estão disponibilizando os seus ensinos na Internet. Praticamente todas as distorções doutrinárias que já surgiram na Igreja Adventista do Sétimo estão acessíveis na Internet para corroer a fé dos que professam a mensagem adventista.

Falando a respeito da sacudidura da igreja, Ellen White advertiu que no fim dos tempos "todo vento de doutrinas" estaria soprando (cf. Efé. 4:14) e que os membros da igreja seriam "testados e provados individualmente" (Testimonies for the Church, vol. 5, págs. 80 e 463).

Estou convencido de que a Internet está desempenhando um papel crucial em ajudar a cumprir essas predições. Pessoas sem um conhecimento histórico e doutrinário mais sólido têm se aventurado a acessar os sites críticos da mensagem, e acabam abaladas em sua fé.

A presente globalização da verdade e do erro está nos colocando em uma situação semelhante à de Eva diante da árvore do conhecimento do bem e do mal (ver Gên. 2:15-17; 3:1-8), onde temos de escolher constantemente entre a fidelidade à Palavra de Deus e os conhecimentos "mais amplos" e "atrativos" oferecidos pelas hostes do mal.

Depressão é uma doença que se caracteriza por afetar o estado de humor da pessoa, deixando-a com um predomínio anormal de tristeza.
Todas as pessoas, homens e mulheres, de qualquer faixa-etária, podem ser atingidos, porém mulheres são duas vezes mais afetadas que os homens. Em crianças e idosos a doença tem características particulares, sendo sua ocorrência em ambos os grupos também frequente.
Como se desenvolve a depressão?
Na depressão como doença (transtorno depressivo), nem sempre é possível haver clareza sobre quais acontecimentos da vida levaram a pessoa a ficar deprimida, diferentemente das reações depressivas normais e das reações de ajustamento depressivo, nas quais é possível localizar o evento desencadeador.
As causas de depressão são múltiplas, de maneira que somadas podem iniciar a doença. Deve-se a questões constitucionais da pessoa, com fatores genéticos e neuroquímicos (neurotransmissores cerebrais) somados a fatores ambientais, sociais e psicológicos, como:
             
 
 
·       Estresse
·       Estilo de vida
 
·       Acontecimentos vitais, tais como crises e separações conjugais, morte na família, climatério, crise da meia-idade, entre outros.

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